Você rema com força, sente a onda empurrar a rabeta da prancha e sabe que chegou o momento crucial. Em questão de milissegundos, você precisa sair da posição deitada para a posição em pé, pronto para atacar a parede da onda. Mas algo trava. O pé da frente não chega onde deveria, o joelho bate no deck ou as costas arredondam excessivamente. Esse atraso minúsculo é a diferença entre um tubo perfeito e um caldo humilhante. Como fisioterapeuta que atende surfistas, eu vejo isso todos os dias. O problema raramente é falta de força ou coragem. O problema quase sempre está naquilo que você não vê no espelho: a sua cadeia posterior.
A cadeia posterior é um conceito fundamental na fisioterapia que todo surfista precisa dominar se quiser evoluir. Imagine uma linha contínua de tecidos que começa na sola dos seus pés, sobe pelas panturrilhas, percorre a parte de trás das coxas, passa pelos glúteos, sobe por toda a coluna vertebral e termina na base do seu crânio. Essa rede de músculos e fáscias funciona como uma unidade integrada. Se uma parte dessa corrente está rígida ou travada, todo o sistema sofre. No surf, especificamente no drop, essa cadeia precisa ter uma elasticidade explosiva.
Vamos analisar o seu corpo como uma máquina de performance. Eu quero te explicar exatamente por que aquele alongamento rápido na areia não está funcionando e como a rigidez das suas costas e pernas está sabotando o seu surf. Preparar a cadeia posterior não é apenas sobre tocar os pés com as mãos. É sobre criar espaço nas articulações para que o movimento flua sem resistência, permitindo que você fique em pé na prancha com a leveza de um gato e não com o peso de um elefante.
A Anatomia Oculta do Drop Perfeito
O que compõe a cadeia posterior e sua função integrada
Quando falamos de cadeia posterior na clínica, estamos nos referindo a um sistema interconectado. Você não deve pensar nos seus músculos como peças isoladas de um carro, mas sim como uma longa corda elástica. Essa corda começa na fáscia plantar, sob seus pés. Ela se conecta ao tendão de Aquiles, sobe pelos gastrocnêmios e sóleos na panturrilha. Daí, ela segue pelos isquiotibiais na parte posterior da coxa, conecta-se aos glúteos e aos rotadores profundos do quadril.
A viagem continua subindo pelos eretores da espinha, que são os músculos que ladeiam sua coluna, passa pela fáscia toracolombar e vai até a nuca e o couro cabeludo. Quando você faz o movimento do drop, você precisa flexionar o quadril e trazer as pernas para baixo do peito. Isso exige que toda essa “corda” posterior se alongue para permitir o movimento. Se a corda for curta ou tiver nós, ela vai impedir que o seu quadril flexione livremente, travando o movimento no meio do caminho.
A rigidez em um ponto distante afeta o todo. Já atendi pacientes que não conseguiam melhorar o drop por causa de uma rigidez severa nas panturrilhas, e não no quadril em si. Se a panturrilha não cede, o calcanhar não desce, e o corpo compensa jogando o peso para frente ou levantando o quadril cedo demais. Entender essa conexão é o primeiro passo para parar de culpar a prancha e começar a tratar o corpo.
A biomecânica do “Pop-Up” e a demanda de mobilidade
O “pop-up” ou drop é um movimento biomecanicamente complexo e agressivo. Você está saindo de uma posição de extensão total (deitado remando, com as costas arqueadas) para uma posição de flexão profunda e compressão (agachado na prancha). Essa transição exige uma mudança drástica no comprimento dos tecidos em menos de um segundo. Seus músculos posteriores precisam passar de um estado de contração para estabilizar a coluna para um estado de alongamento extremo para permitir que as pernas passem.
Durante essa fração de segundo, você precisa criar espaço. O fêmur precisa girar dentro da bacia e a coluna lombar precisa permitir uma leve flexão momentânea sem colapsar. Se a cadeia posterior estiver encurtada, ela age como um freio de mão puxado. Você tenta acelerar o movimento com os abdominais e flexores de quadril, mas os músculos das costas e pernas dizem “não”.
O resultado prático dessa luta interna é um drop lento ou em duas etapas. Você coloca o joelho de trás na prancha ou arrasta os dedos dos pés no deck. Isso desestabiliza a prancha justamente no momento mais crítico da onda. A mobilidade, portanto, não é apenas para fazer yoga na praia; é um pré-requisito mecânico para que a técnica do drop aconteça na velocidade que o mar exige.
Por que a força não resolve se o freio de mão estiver puxado
Muitos surfistas tentam compensar a falta de mobilidade com mais força. Eles fazem centenas de burpees e flexões, achando que precisam ser mais explosivos. A força é importante, claro, mas a força não vence a restrição mecânica sem cobrar um preço alto. Se você tem isquiotibiais curtos, fazer mais força para trazer a perna vai apenas aumentar a compressão na sua coluna lombar e no quadril.
Imagine tentar abrir uma porta que está com a dobradiça enferrujada. Você pode empurrar com mais força e eventualmente ela vai abrir, mas você pode quebrar a maçaneta ou arrancar a dobradiça no processo. No seu corpo, “quebrar a maçaneta” significa lesionar um disco intervertebral ou distender um músculo. O corpo gasta uma energia absurda lutando contra a própria rigidez.
Ao liberar a cadeia posterior, você remove a resistência. O movimento se torna eficiente. Você gasta menos energia para ficar em pé, o que significa que sobra mais energia para manobrar e remar de volta para o outside. A agilidade no surf vem da eficiência e da fluidez, não da força bruta lutando contra tecidos travados.
Isquiotibiais Encurtados: O Grande Vilão da Arrebentação
O impacto da vida sentada na sua performance no mar
A maioria dos surfistas amadores passa a semana inteira sentada em um escritório ou no carro. Nessa posição, seus joelhos ficam dobrados a 90 graus e seu quadril também. Isso coloca os isquiotibiais (posteriores da coxa) em uma posição encurtada por oito, dez horas por dia. O tecido fascial se adapta a essa posição, tornando-se denso e curto.
Quando chega o final de semana e você quer surfar, seu cérebro espera que esses músculos se alonguem completamente. Mas a realidade biológica é outra. O músculo que “aprendeu” a ficar curto durante a semana resiste ao alongamento. Isso limita severamente a capacidade de esticar a perna ou de flexionar o tronco sobre as coxas, movimento essencial para trazer o pé da frente entre as mãos no drop.
Essa adaptação negativa é silenciosa. Você não sente dor enquanto está sentado. Você só percebe a limitação quando exige amplitude máxima no mar. Combater o efeito da cadeira é uma batalha diária. Se você não fizer um trabalho de manutenção durante a semana, seu surf de final de semana sempre será limitado pela sua cadeira de escritório.
A relação entre joelhos dobrados e a instabilidade na prancha
Seus isquiotibiais cruzam duas articulações: o quadril e o joelho. Quando eles estão curtos, eles mantêm os joelhos sempre levemente flexionados e resistem à extensão completa. No drop, isso impede que você posicione o pé da frente com firmeza e chapado no deck. Muitas vezes, o surfista aterrissa na ponta dos pés ou com o pé de lado, gerando instabilidade.
Um pé instável transmite insegurança para toda a cadeia cinética. Se a base está ruim, o joelho oscila e o quadril trava. Você perde a capacidade de fazer a cavada (bottom turn) com pressão porque seus pés não estão bem plantados. A prancha balança mais e você gasta energia tentando se equilibrar em vez de fluir com a onda.
Além disso, a incapacidade de esticar a perna traseira corretamente durante o bottom turn limita a projeção e a velocidade. A rigidez posterior aprisiona seus movimentos, deixando seu surf com um aspecto “travado” e encolhido, impedindo aquelas linhas longas e bonitas.
Compensações lombares: quando as costas pagam o preço da perna rígida
Quando os isquiotibiais não cedem, alguém precisa ceder para que o movimento aconteça. Geralmente, a vítima é a coluna lombar. Para conseguir alcançar a prancha ou trazer a perna, o surfista arredonda excessivamente as costas, revertendo a curva natural da lombar sob carga.
Isso é um mecanismo clássico de lesão de disco. Você está flexionando a coluna com força e velocidade, muitas vezes com rotação, enquanto os isquiotibiais puxam a pélvis para baixo. É a tempestade perfeita para uma hérnia de disco ou, no mínimo, para aquela dor lombar crônica que aparece depois de duas horas de caída.
Muitos pacientes chegam ao consultório querendo tratar a lombar, mas a causa raiz está na falta de flexibilidade das pernas. Enquanto não soltarmos os isquiotibiais e permitirmos que a pélvis se mova corretamente, a coluna lombar continuará sendo a área de sacrifício, sofrendo todo o estresse mecânico do drop.
Quadril e Glúteos: O Motor e a Dobradiça
A importância da flexão profunda do quadril sem arredondar a coluna
O quadril é a dobradiça principal do corpo. Para um drop eficiente, você precisa de uma flexão de quadril profunda. Isso significa que seus joelhos devem vir em direção ao peito sem que sua coluna tenha que se curvar como um camarão. Se a cápsula posterior do quadril estiver rígida, o fêmur bate precocemente no acetábulo (o encaixe da bacia) e o movimento para.
Essa mobilidade de dobradiça é o que permite aquele drop “ninja”, onde o surfista parece pousar levemente na prancha. Se a dobradiça está enferrujada, o movimento é barulhento e pesado. Trabalhar a mobilidade da cápsula posterior do quadril é essencial para criar esse espaço articular.
Você deve ser capaz de agachar fundo no chão, com os pés planos, sem cair para trás. Esse teste simples de cócoras diz muito sobre a sua capacidade de realizar um drop limpo. Se você não consegue fazer isso no chão da sala, dificilmente fará em uma prancha em movimento instável.
Glúteos ativos versus glúteos alongados: o equilíbrio necessário
Os glúteos são parte da cadeia posterior e têm uma função dupla. Eles precisam ser fortes para estender o quadril e colocar você em pé, mas também precisam ser flexíveis o suficiente para permitir o agachamento profundo. Em muitos surfistas, encontramos glúteos que são tensos, mas fracos.
A tensão excessiva nos glúteos, especialmente nos rotadores profundos (como o piriforme), pode travar o sacro e limitar o movimento das pernas. Ao mesmo tempo, se eles estão fracos, você usa a lombar para levantar o tronco. Precisamos buscar um músculo que seja elástico e potente.
O alongamento do piriforme e dos glúteos deve ser parte da rotina, mas sempre seguido de ativação. Um glúteo que só é alongado pode ficar “bobo” e perder a capacidade de resposta rápida. O segredo é soltar a tensão e, em seguida, ativar a força para garantir estabilidade.
Como a rigidez pélvica atrasa a entrada do pé dianteiro
A pélvis precisa ter um certo jogo de movimento. Durante o drop, muitas vezes uma perna vai para trás e a outra vem para frente. Isso exige uma dissociação pélvica. Se a sua bacia funciona como um bloco único e rígido, é muito difícil trazer apenas uma perna para frente com velocidade.
Isso resulta naquele drop onde os dois pés caem juntos ou muito próximos, ou onde o surfista precisa dar aquele “pulinho” extra para ajustar a base. Cada ajuste de pé na prancha é um segundo perdido e uma oportunidade para a onda te derrubar.
A liberdade de movimento na articulação sacroilíaca e na sínfise púbica, permitida por músculos posteriores flexíveis, facilita essa tesoura das pernas. Soltar a cadeia posterior permite que a pélvis oscile e acomode a passada larga necessária para uma base de surf sólida e agressiva.
Tensão Neural: Quando Não É Só Músculo
Diferenciando encurtamento muscular de tensão no nervo ciático
Aqui entra um insight que muda o jogo para muitos: nem sempre o que você sente puxar atrás da perna é músculo. Muitas vezes, é o nervo ciático e toda a rede neural que está sob tensão. Nervos não se alongam como elásticos; eles deslizam como fio dental por dentro dos tecidos. Se houver aderências ou compressões ao longo do caminho, o nervo não desliza e gera dor ou limitação.
Se você sente uma queimação, formigamento ou uma dor em linha muito aguda atrás da perna ao tentar alongar, é provável que seja tensão neural. Continuar forçando o alongamento tradicional nesse caso pode irritar ainda mais o nervo e piorar a rigidez, pois o corpo vai contrair os músculos para proteger o sistema nervoso.
É fundamental saber diferenciar. O músculo dá uma sensação de estiramento difuso e agradável. O nervo dá uma sensação elétrica, aguda e desagradável. Se o problema é neural, a abordagem de “esticar até doer” é a pior estratégia possível e vai travar ainda mais o seu surf.
O teste do Slump e o que ele diz sobre seu surf
Na fisioterapia, usamos um teste chamado Slump para verificar a mobilidade neural. Você senta na beira da maca, enrola a coluna, baixa a cabeça e estica a perna. Se ao levantar a cabeça a dor na perna alivia, confirmamos que o problema é tensão no sistema nervoso, pois o movimento do pescoço puxa a medula e os nervos lá de baixo.
Se você tem um teste positivo, isso significa que sua cadeia posterior está limitada pelo sistema nervoso. No surf, isso se traduz em dificuldade extrema de flexionar o tronco com as pernas esticadas, o que é frequente em manobras e no próprio drop. O nervo ciático tenso age como um cabo de aço impedindo a flexão do quadril.
Isso é muito comum em quem tem histórico de dor lombar ou passa muito tempo dirigindo. O tratamento para isso não é alongamento estático, mas sim mobilização neural. Precisamos fazer o nervo deslizar para recuperar sua liberdade de movimento sem irritá-lo.
Neurodinâmica: deslizando os nervos para liberar o movimento
A neurodinâmica ou flossing neural é a técnica que usamos para soltar esses nervos presos. Em vez de segurar uma posição de alongamento, fazemos movimentos rítmicos de “vai e vem”. Por exemplo, esticar a perna enquanto levanta a cabeça e dobrar a perna quando abaixa a cabeça. Isso puxa o nervo de um lado e solta do outro, fazendo ele deslizar pelos túneis de tecido.
Incorporar exercícios de neurodinâmica no seu aquecimento pode liberar sua cadeia posterior de forma muito mais rápida e eficaz do que alongamentos passivos. Você “engana” o sistema de proteção do corpo e ganha amplitude de movimento instantânea.
Para o surfista, isso significa um drop mais solto e menos risco de crises de ciático após sessões intensas. É uma manutenção do “fio elétrico” do corpo, garantindo que o sinal chegue rápido aos músculos sem restrições mecânicas no caminho.
A Conexão Torácica e a Cadeia Posterior
A influência da curvatura das costas na tensão das pernas
Você pode achar estranho, mas a rigidez no meio das suas costas (coluna torácica) afeta diretamente o comprimento dos seus isquiotibiais. Lembre-se que a fáscia é contínua. Se você tem uma cifose acentuada (corcunda) e rigidez torácica, você está puxando toda a corrente posterior para cima, deixando menos “corda” disponível para as pernas.
Muitos surfistas focam apenas em alongar as pernas e esquecem do tronco. Mas se liberarmos a tensão na parte superior das costas e no pescoço, frequentemente observamos um ganho imediato na flexibilidade das pernas. O sistema é um só.
Uma coluna torácica rígida obriga a lombar e os quadris a trabalharem dobrado. Soltar o peito e a parte alta das costas devolve o comprimento funcional a toda a cadeia posterior, facilitando o agachamento profundo necessário no surf.
Extensão torácica: olhando para a onda sem travar o pescoço
Durante a remada, você precisa manter o peito levantado para olhar o horizonte. Se a sua torácica não estende, você força a lombar e o pescoço. Essa tensão acumulada na remada enrijece toda a musculatura paravertebral, que faz parte da cadeia posterior.
Quando você vai dropar, essa musculatura das costas já está fadigada e tensa, dificultando a flexão necessária para o pop-up. Melhorar a extensão torácica não ajuda apenas na remada, mas deixa a cadeia posterior mais relaxada e pronta para a explosão do drop.
Exercícios de mobilidade torácica, como usar o rolinho de espuma (foam roller) nas costas, são essenciais. Eles quebram o padrão de rigidez e permitem que a coluna funcione de forma segmentada e saudável, tirando a sobrecarga dos extremos.
A fáscia toracolombar como ponto de transmissão de força
A fáscia toracolombar é um grande losango de tecido conectivo na parte baixa das costas. Ela conecta os glúteos de um lado com o grande dorsal (músculo da asa) do lado oposto. É um centro de transmissão de forças cruzadas. No surf, que é um esporte de rotação e movimentos cruzados, essa fáscia é vital.
Se a cadeia posterior está tensa, essa fáscia fica rígida e densa. Isso bloqueia a comunicação entre a parte superior e inferior do corpo. Um drop fluido exige que a força flua sem interrupções. Tratar a fáscia toracolombar através de liberação miofascial e movimentos de rotação ajuda a integrar o corpo.
Ao manter essa região flexível, você permite que os braços ajudem as pernas e vice-versa. O drop deixa de ser um movimento segmentado e passa a ser um movimento de corpo inteiro, muito mais potente e controlado.
Terapias Aplicadas e Indicadas
Quando o alongamento caseiro não é suficiente e o corpo pede ajuda, existem abordagens terapêuticas excelentes para o surfista. A Osteopatia é uma das minhas primeiras indicações. O osteopata vai avaliar se existem bloqueios na pélvis, no sacro ou nas vértebras que estão impedindo o movimento normal. Muitas vezes, destravar uma articulação sacroilíaca resolve uma rigidez de isquiotibiais que parecia eterna.
A Reeducação Postural Global (RPG) ou o método Souchard é fantástico para trabalhar a cadeia posterior como um todo. Diferente do alongamento isolado, o RPG coloca o paciente em posturas que tensionam toda a cadeia, do pé à cabeça, corrigindo as compensações e ganhando comprimento real e duradouro nos tecidos. É um trabalho de paciência, mas com resultados estruturais profundos.
Também recomendo fortemente a Liberação Miofascial (manual ou instrumental) focada nos isquiotibiais, panturrilhas e fáscia plantar. Isso ajuda a hidratar o tecido e remover aderências que o rolinho de espuma não alcança. E, claro, o Pilates é o melhor amigo do surfista para manutenção, pois trabalha a mobilidade da coluna e o controle do core simultaneamente, replicando as demandas de estabilidade que temos na água. Cuide da sua máquina e boas ondas!

“Olá! Sou a Dra. Fernanda. Sempre acreditei que a fisioterapia é a arte de devolver sorrisos através do movimento. Minha trajetória na área da saúde começou com um propósito claro: oferecer um atendimento onde o paciente é ouvido e compreendido em sua totalidade, não apenas em sua dor física.
Graduada pela Unicamp e com especialização em Fisioterapia, dedico meus dias a estudar e aplicar técnicas que unam conforto e resultado. Entendo que cada corpo tem seu tempo e cada reabilitação é uma jornada única.
No meu consultório, você encontrará uma profissional apaixonada pelo que faz, pronta para segurar na sua mão e guiar seu caminho rumo a uma vida com mais qualidade e liberdade.”