Você sabe exatamente do que estou falando. Aquele momento no meio da série de supino ou agachamento em que você sente uma fisgada. Não é aquela dor boa de “pump” ou fadiga muscular. É uma dor aguda, errada, que faz você travar o movimento na hora. Para quem ama treinar, seja fisiculturista amador, powerlifter ou apenas alguém que bate cartão na academia todo dia, a lesão é o maior pesadelo. O medo de perder o “shape”, ver a massa muscular ir embora e ter que diminuir as cargas é aterrorizante. Eu entendo isso. Atendo dezenas de pessoas como você toda semana.
A boa notícia é que a fisioterapia esportiva evoluiu. Antigamente, a gente mandava você para casa, dizia para ficar no sofá por um mês e tomar anti-inflamatório. Hoje, sabemos que isso é a pior coisa para quem treina. O corpo precisa de movimento para se curar. O atleta de academia tem uma vantagem enorme sobre a população geral: você já tem disciplina e consciência corporal. Nós vamos usar isso a seu favor. O objetivo aqui não é apenas tirar sua dor, é descobrir por que você quebrou e te devolver para a barra olímpica mais forte e blindado do que antes.
Neste artigo, vamos ter uma conversa franca, de fisioterapeuta para quem vive o mundo dos pesos. Vamos desmontar alguns mitos, entender a biomecânica por trás da sua dor e traçar um plano de guerra para sua recuperação. Esqueça a ideia de que você está “bichado” ou que sua vida de treinos acabou. Isso é apenas um intervalo estratégico para consertar a máquina. Vamos entender como transformar esse limão em uma limonada anabólica.
O corpo não mente: Por que você se machucou na academia?
A armadilha do ego e da carga excessiva
Vamos ser honestos um com o outro. Quantas vezes você colocou mais peso na barra do que realmente aguentava só porque estava se sentindo bem ou queria impressionar? O “Ego Lifting” é a causa número um de lesões que vejo no consultório. O tecido muscular até aguenta a carga, mas os tendões e ligamentos têm um tempo de adaptação mais lento. Quando você força a progressão de carga de forma brusca, sem preparar a estrutura passiva, algo vai ceder. E geralmente não é o músculo, é a inserção dele no osso.
O problema da carga excessiva é que ela destrói sua técnica. Para levantar aquele peso que você não domina, seu corpo cria compensações. Você arqueia as costas de um jeito perigoso no levantamento terra, você tira o glúteo do banco no supino ou deixa os joelhos entrarem no agachamento. Essas compensações mudam o vetor de força. Em vez de o músculo alvo receber o estímulo, quem recebe é a articulação, o menisco ou o disco intervertebral.
Você precisa entender que hipertrofia não é sobre quanto peso você move, mas como você move esse peso. Se você não consegue controlar a fase excêntrica (a descida) do movimento, aquele peso é excessivo para você. Na reabilitação, vamos ter que dar um passo atrás. Vamos ter que deixar o ego na porta da clínica. Se você continuar treinando para o seu ego, continuará sendo meu paciente frequente. Treinar com inteligência é saber que a carga é uma ferramenta, não o objetivo final.
Execução ruim e padrões de movimento alterados
Muitas vezes a lesão não acontece no dia que doeu. Ela foi construída ao longo de meses ou anos de uma execução com pequenos erros. Sabe aquele cotovelo que abre demais no supino? Ou aquele punho que dobra no desenvolvimento de ombros? Cada repetição mal feita é um microtrauma. O corpo tem uma capacidade incrível de tolerar desaforo, até o dia que ele não tolera mais. Chamamos isso de lesão por uso excessivo ou “overuse”.
A biomecânica na musculação é pura física. Se a alavanca está errada, o torque na articulação aumenta exponencialmente. Um erro comum é a falta de estabilização das escápulas. Se você vai empurrar ou puxar algo pesado e suas escápulas estão soltas, o ombro fica instável. O manguito rotador, que é um grupo muscular pequeno e estabilizador, tenta segurar a bronca de um peitoral maior ou dorsal, e acaba inflamando ou rompendo.
Na nossa avaliação, eu não vou olhar apenas onde dói. Eu vou pedir para ver você agachando, empurrando e puxando. Muitas vezes a dor no seu joelho é culpa de um tornozelo rígido que não dobra o suficiente, obrigando o joelho a compensar. Corrigir o padrão de movimento é a única vacina contra a reincidência. Se tratarmos a dor e você voltar a agachar torto, a dor vai voltar. É matemática simples.
O perigo silencioso do overtraining e da falta de descanso
Você treina pesado, mas como está o seu sono? Como está sua dieta? O tecido muscular cresce e se repara no descanso, não no treino. O treino é o estímulo catabólico (de quebra), o descanso é o momento anabólico (de construção). Se você treina intenso 6 ou 7 dias por semana, dorme 5 horas por noite e vive estressado, seu corpo nunca entra em estado de reparação completa.
Os tecidos acumulam fadiga. O sistema nervoso central acumula fadiga. Quando você está em estado de overtraining, sua coordenação motora fina piora. Você fica “desastrado” microscopicamente. Os músculos estabilizadores, que deveriam proteger sua coluna ou ombro, disparam com atraso. É nesse milésimo de segundo de atraso que a hérnia de disco acontece ou o ligamento estira.
A reabilitação envolve olhar para a sua rotina. Às vezes, o melhor exercício que eu posso te passar é dormir mais uma hora por noite. Gerenciar o volume de treino é crucial. Mais nem sempre é melhor. Melhor é melhor. Se o seu corpo não tem tempo para consolidar os ganhos e reparar os danos do treino anterior, você está cavando um buraco e pulando dentro dele.
Gerenciando a crise: O que fazer logo após sentir a dor
Parar ou adaptar? A arte do repouso relativo
A primeira reação quando dói é o pânico, seguido da dúvida: “paro tudo ou continuo treinando?”. O repouso absoluto (ficar deitado no sofá) é péssimo para lesões musculoesqueléticas, a menos que haja uma fratura ou ruptura total. O corpo precisa de fluxo sanguíneo e estímulo mecânico para organizar as fibras de colágeno da cicatrização. Mas continuar treinando como se nada tivesse acontecido é burrice.
Entramos aqui com o conceito de “Repouso Relativo”. Isso significa que vamos parar de fazer o que machuca, mas continuar treinando todo o resto. Se você machucou o ombro, não há motivo para deixar de treinar pernas intensamente. Se machucou o joelho, podemos focar em membros superiores e core. Manter-se ativo ajuda na parte hormonal e psicológica, mantendo o metabolismo acelerado.
Mesmo na região machucada, muitas vezes podemos adaptar. Se o supino com barra dói, talvez o supino com halteres e pegada neutra não doa. Se o agachamento livre dói, talvez o leg press com amplitude controlada seja tolerável. O meu trabalho é encontrar qual movimento você pode fazer sem dor. O movimento sem dor é o remédio. Ele nutre a articulação e mantém a conexão neural ativa, evitando atrofia.
Gelo, calor e automedicação: Onde você está errando
Existe uma cultura de se automedicar para conseguir treinar. Tomar um anti-inflamatório antes do treino para mascarar a dor é perigosíssimo. A dor é um alarme. Se você desliga o alarme e vai treinar, você pode transformar uma lesão grau 1 (leve) em uma ruptura grau 3 (grave) sem nem perceber na hora. Além disso, o uso crônico de anti-inflamatórios pode atrapalhar a hipertrofia e a regeneração tecidual.
Sobre gelo e calor: regra básica, mas vital. Nas primeiras 48 a 72 horas após uma lesão aguda (aquela que inchou na hora, ficou vermelha ou quente), usamos gelo. O gelo controla a inflamação excessiva e ajuda na dor. Depois desse período, ou para dores crônicas e tensão muscular (aquela dor de pescoço duro ou lombar travada), o calor costuma ser melhor pois relaxa a musculatura e aumenta o fluxo de sangue.
Não aplique gelo por horas a fio. Vinte minutos é o suficiente. E cuidado com o “spray mágico” de dor. Ele gela a pele e engana o cérebro, mas a lesão continua lá embaixo. Use esses recursos com sabedoria para ajudar na recuperação pós-treino ou controle de sintomas, nunca como uma ferramenta para conseguir treinar lesionado.
A importância do diagnóstico funcional precoce
“Doutor, é só uma dorzinha, vai passar”. Essa frase já derrubou muitos gigantes. Ignorar uma dor persistente por semanas muda a forma como seu cérebro controla seus músculos. Você começa a mancar sutilmente, a compensar o movimento. Quando você finalmente procura ajuda, não temos só a lesão original para tratar, mas toda uma cadeia de compensações que seu corpo criou.
O diagnóstico funcional não é apenas o nome da doença (ex: tendinite). É entender por que ela está ali. A ressonância magnética mostra a foto do dano, mas a avaliação funcional mostra o filme do crime. Eu preciso ver sua mobilidade de tornozelo, sua estabilidade de quadril, sua força de manguito rotador.
Quanto antes você vier, mais rápido você volta. Uma lesão tratada na fase aguda tem um prognóstico muito melhor do que uma lesão crônica que já gerou fibrose e alteração de padrão motor. Encare a fisioterapia como uma manutenção preventiva do seu carro de Fórmula 1. Você não espera o motor fundir para trocar o óleo. Não espere seu ombro travar para marcar a avaliação.
A mentalidade do “rato de academia” na reabilitação
O medo de catabolizar e perder os ganhos
Eu sei que a palavra “catabolizar” causa arrepios. Você demorou meses ou anos para construir esses músculos e a ideia de vê-los murchar é dolorosa. Mas preciso que você entenda uma coisa: o músculo tem memória. Os mionúcleos (núcleos das células musculares) que você adquiriu com o treino não somem rapidamente. Mesmo que você perca volume (que muitas vezes é glicogênio e água), recuperar isso depois é muito mais rápido do que construir da primeira vez.
O estresse mental de “estou perdendo tudo” aumenta o cortisol, que é o hormônio que realmente faz você catabolizar. Ficar ansioso atrapalha sua recuperação. Aceite que, durante a reabilitação, o objetivo mudou. O objetivo agora não é hipertrofia máxima, é reparo tecidual. Seu corpo precisa de energia para curar o tendão ou ligamento.
Mantenha sua dieta rica em proteínas. Isso é fundamental para fornecer os tijolos da reconstrução do tecido lesionado e para manter a massa muscular nas áreas não lesionadas. Continue tomando sua creatina, que ajuda na manutenção da força e função muscular. A nutrição é metade da reabilitação.
Substituindo a intensidade pela qualidade técnica
Na academia, você aprendeu que intensidade é carga, grito e suor. Na fisioterapia, intensidade é foco, controle e consciência corporal. Você vai ter que aprender a sentir o músculo trabalhar com cargas ridículas ou elásticos coloridos. Isso fere o ego, eu sei. Mas é necessário.
Precisamos “ligar” músculos que estão dormindo. Muitas vezes, o peitoral é tão dominante que inibe o trabalho dos estabilizadores do ombro. Precisamos isolar esses pequenos músculos com movimentos precisos para que eles voltem a funcionar. Se você tentar usar carga alta aqui, o músculo grande assume o controle e o exercício perde a função terapêutica.
Encare isso como um treino de técnica. É o momento de refinar seu movimento. Quando você voltar a pegar pesado, sua conexão mente-músculo estará tão afiada que você vai conseguir ativar muito mais fibras musculares do que antes. Você está dando um passo para trás para pegar impulso.
A paciência como ferramenta de hipertrofia futura
A impaciência leva à reincidência. O atleta que volta antes da hora entra num ciclo eterno de “treina, machuca, para, treina, machuca”. Isso sim mata seus ganhos a longo prazo. Quem tem paciência para curar o tecido 100% e corrigir a biomecânica volta e consegue treinar sem interrupções por anos.
A consistência a longo prazo ganha da intensidade de curto prazo. Pense na sua “carreira” de treino em décadas, não em semanas. Perder um mês agora para garantir dez anos de agachamento pesado é um investimento inteligente. Use esse tempo para estudar sobre treino, para melhorar sua flexibilidade, para fortalecer seu mental.
Eu vou ser o freio que você precisa. Você vai querer acelerar, e eu vou dizer “ainda não”. Confie no processo. O tecido biológico tem seu próprio tempo. Não dá para apressar a cicatrização de um tendão assim como não dá para fazer um bebê nascer em 4 meses. Respeite a biologia.
Reconstruindo a base: Mobilidade, Estabilidade e Controle
Mobilidade não é apenas alongamento passivo
Muita gente confunde alongamento (ficar parado puxando o músculo) com mobilidade. Mobilidade é a capacidade de controlar o movimento em grandes amplitudes. Para quem treina musculação, mobilidade é essencial para conseguir atingir a profundidade no agachamento sem arredondar a lombar (a famosa retroversão pélvica).
Se você tem o tornozelo travado, seu corpo vai buscar movimento onde não deve. Trabalhar a mobilidade de tornozelo, quadril e coluna torácica libera as articulações para funcionarem como foram desenhadas. Vamos usar exercícios dinâmicos, que preparam a articulação para a carga, não apenas puxar o músculo até doer.
Um músculo encurtado é um músculo fraco em amplitudes finais. Se você não consegue levantar os braços acima da cabeça sem arquear as costas, você não deveria estar fazendo desenvolvimento militar pesado. Ganhar mobilidade é ganhar “espaço” para construir força com segurança.
O Core além do “tanquinho”: Estabilidade central para cargas altas
Ter gomos no abdômen não significa ter um Core forte. O Core é um cilindro de estabilidade que protege sua coluna. Ele envolve o diafragma, o assoalho pélvico, os oblíquos e o transverso do abdômen. Quando você faz um agachamento pesado, você precisa criar uma pressão intra-abdominal (bracing) para que sua coluna não dobre.
Na reabilitação, ensinamos você a respirar e ativar essa cinta natural. Não é sobre fazer 1000 abdominais, é sobre resistir ao movimento. Exercícios de prancha, perdigueiro e carregamento de peso unilateral (farmer walk) são fundamentais.
Se o seu centro é mole, as extremidades sofrem. Um Core fraco resulta em perda de força nas pernas e nos braços. A energia vaza pelo meio do caminho. Fortalecer o Core de verdade vai aumentar sua carga no levantamento terra e no agachamento, além de blindar sua lombar.
Ativação glútea e escapular: Os estabilizadores esquecidos
O glúteo não serve só para estética. Ele é o principal motor do quadril e protetor da lombar e do joelho. Muitos marombeiros têm “amnésia glútea” – passam o dia sentados e, na hora do treino, usam apenas quadríceps e eretores da espinha. Precisamos acordar esse glúteo com exercícios específicos antes de jogar carga.
O mesmo vale para as escápulas. Elas são a base do braço. Se elas não deslizam corretamente no tórax e não estabilizam na hora do supino, o ombro sofre impacto. Exercícios para o serrátil anterior e trapézio inferior são obrigatórios na reabilitação de ombro.
Esses são os chamados “exercícios acessórios”. Eles parecem bobos, não dão pump, mas são eles que mantêm a estrutura saudável para aguentar o treino pesado. Você vai aprender a incorporá-los no seu aquecimento para sempre.
O Retorno Triunfal: Voltando para os pesos livres
Progressão de carga e volume inteligente
Chegou a hora de voltar. Não vamos começar testando sua 1RM (repetição máxima). Começamos com volume alto e carga baixa para recondicionar os tendões. O tecido conectivo precisa de tempo para se adaptar à tensão novamente.
Usamos uma escala de percepção de esforço. As primeiras semanas são de adaptação. Aumentamos a carga progressivamente, semana a semana, monitorando a dor. Se a dor voltar, damos um passo atrás. Não é vergonha diminuir o peso. Vergonha é se machucar de novo por teimosia.
Vamos manipular as variáveis: primeiro aumentamos a frequência, depois o volume, e por último a intensidade (carga). Essa ordem garante que a base esteja sólida antes de testarmos o limite de força.
Do isolado para o composto: A hora certa do agachamento e terra
Na fase aguda, usamos máquinas e exercícios isolados porque são mais estáveis e controláveis. O leg press é mais seguro que o agachamento livre no início porque não exige equilíbrio e estabilização de tronco. Mas a vida acontece fora da máquina.
A transição para os pesos livres (barras e halteres) deve ser feita assim que você tiver controle motor e estabilidade sem dor. Os exercícios compostos (agachamento, terra, supino, remada) são os reis da construção de massa e força funcional. Eles ensinam o corpo a trabalhar como uma unidade.
Vou corrigir sua técnica com rigor militar nessa fase. A barra tem que subir alinhada. O joelho não pode entrar. A coluna tem que estar neutra. Só liberamos carga máxima quando a técnica for perfeita, mesmo sob fadiga.
Escutando os sinais do corpo pós-treino
O treino não acaba quando você sai da academia. A resposta do seu corpo nas 24 horas seguintes é o meu guia. Se você acorda no dia seguinte com uma rigidez articular (não muscular) ou com a dor da lesão latente, exageramos.
Aprenda a diferenciar dor muscular tardia (aquela dor boa de treino) da dor articular ou tendínea. A dor muscular é difusa, no meio do ventre muscular. A dor de lesão é pontual, perto da junta ou osso.
Seu corpo fala com você. Se você sentir uma “agulhada” durante o treino, pare. Não tente “alongar para ver se passa” e continuar. Respeite os sinais. Uma retirada estratégica no meio de um treino pode salvar meses de tratamento.
Terapias Aplicadas e Indicadas
Para acelerar sua recuperação e permitir que você treine melhor, usamos várias ferramentas na fisioterapia esportiva:
- Liberação Miofascial (Manual ou Instrumental): Soltar a musculatura tensa e a fáscia ajuda a melhorar a mobilidade e diminui a tração nos tendões. É essencial para quem treina hipertrofia e tende a ficar “encurtado”.
- Dry Needling (Agulhamento a Seco): Usamos agulhas para desativar pontos-gatilho (nós de tensão) que causam dor e inibem a força muscular. É excelente para dores no ombro e glúteo.
- Terapia Manual (Osteopatia/Quiropraxia): Ajustes articulares para garantir que as articulações estejam se movendo livremente. Um tornozelo bloqueado precisa ser manipulado para destravar o agachamento.
- Eletroestimulação (FES/Russas): Usamos correntes elétricas para ajudar a ativar músculos que estão inibidos ou atrofiados, ensinando o cérebro a contrair aquela área novamente.
- Laser e Ultrassom: Coadjuvantes para controle de inflamação e dor aguda, ajudando a acelerar o reparo tecidual nas fases iniciais.
- Ventocaterapia: Ajuda a aumentar o fluxo sanguíneo local e a mobilidade dos tecidos, muito usada nas costas e ombros de bodybuilders.
Lembre-se: essas terapias são auxiliares. O que cura de verdade é o movimento correto e a carga bem gerenciada. Nós vamos usar tudo o que temos à disposição para te deixar pronto para bater seus recordes pessoais novamente, mas dessa vez, com saúde e longevidade.

“Olá! Sou a Dra. Fernanda. Sempre acreditei que a fisioterapia é a arte de devolver sorrisos através do movimento. Minha trajetória na área da saúde começou com um propósito claro: oferecer um atendimento onde o paciente é ouvido e compreendido em sua totalidade, não apenas em sua dor física.
Graduada pela Unicamp e com especialização em Fisioterapia, dedico meus dias a estudar e aplicar técnicas que unam conforto e resultado. Entendo que cada corpo tem seu tempo e cada reabilitação é uma jornada única.
No meu consultório, você encontrará uma profissional apaixonada pelo que faz, pronta para segurar na sua mão e guiar seu caminho rumo a uma vida com mais qualidade e liberdade.”