Você já sentiu aquela pontada aguda na parte externa do cotovelo logo após acertar um backhand ou simplesmente ao levantar sua xícara de café na manhã seguinte ao jogo? Se a resposta for sim, você provavelmente está lidando com a famosa epicondilite lateral.[1][2] Como fisioterapeuta, vejo isso todos os dias no consultório: atletas amadores e profissionais frustrados, acreditando que precisam pendurar a raquete por meses para se livrar da dor.
A boa notícia é que o repouso absoluto raramente é a melhor solução para tendões.[3] Na verdade, parar completamente pode até enfraquecer a estrutura que precisamos fortalecer. Hoje, vou guiar você por um caminho diferente, focado em gerenciamento de carga, correção biomecânica e tratamentos ativos. Vamos transformar essa lesão em uma oportunidade para melhorar sua técnica e conhecer melhor seu corpo.
Este guia não é apenas sobre alívio momentâneo; é sobre criar uma estrutura robusta que suporte sua paixão pelo esporte. Vamos mergulhar fundo na anatomia, entender o que você está fazendo de “errado” sem perceber e traçar um plano prático para você continuar em quadra, mas agora jogando de forma inteligente e sem dor.
Entendendo o que realmente acontece no seu cotovelo[1][3]
A anatomia oculta da dor lateral
Você precisa entender que a dor que sente no cotovelo raramente começa lá.[3] O epicôndilo lateral é apenas o ponto de encontro, uma proeminência óssea onde se fixam os tendões dos músculos extensores do punho e dos dedos.[3][4][5] Quando você sente aquela queimação, o problema geralmente está na origem do músculo extensor radial curto do carpo.[6][7]
Essa estrutura é responsável por estabilizar seu punho toda vez que você segura algo com firmeza ou faz uma extensão.[3] Imagine que esse tendão é como uma corda sendo puxada repetidamente contra uma rocha afiada a cada impacto da bola. Com o tempo, as fibras dessa corda começam a sofrer microtraumas que o corpo não consegue reparar na mesma velocidade em que ocorrem.
O resultado não é apenas uma inflamação simples, como muitos pensam. Se você ignora os sinais iniciais, o tecido entra em um processo degenerativo, onde as fibras de colágeno, que deveriam ser alinhadas e fortes, tornam-se desorganizadas e frágeis.[3] É por isso que anti-inflamatórios sozinhos muitas vezes não resolvem o problema a longo prazo; precisamos reorganizar essas fibras.
Por que movimentos simples se tornam tortura
Você já notou que, às vezes, segurar uma caneta ou girar a maçaneta da porta dói mais do que bater na bola? Isso acontece porque esses movimentos exigem uma contração isométrica fina dos extensores.[3] Mesmo com pouca carga, a tensão constante no tendão sensibilizado dispara os nociceptores, que são os receptores de dor.
Durante o jogo, a adrenalina e o aquecimento podem mascarar o desconforto inicial. No entanto, nas atividades do dia a dia, seu sistema nervoso está em alerta máximo, tentando proteger a área lesionada. Essa hipersensibilidade é um mecanismo de defesa do seu corpo gritando para você prestar atenção na mecânica do seu movimento.[3]
Entender isso tira o medo de que você tenha uma lesão grave ou cirúrgica.[3] Na grande maioria dos casos, é uma questão de capacidade de carga: seu tendão aguenta “X”, mas você está exigindo “Y”.[3] Nosso trabalho na fisioterapia é aumentar a capacidade do seu tendão para que “X” se torne maior que “Y” novamente.
Diferenciando inflamação de degeneração
É crucial que você saiba em que estágio sua lesão se encontra.[3] Nas primeiras semanas, podemos ter uma tendinite real, com células inflamatórias presentes, calor e dor pulsante. Nessa fase, o gelo e o repouso relativo funcionam muito bem para acalmar os sintomas agudos.
Porém, a maioria dos tenistas que chegam ao meu consultório já passaram dessa fase. Eles têm o que chamamos de tendinose. Aqui, não há mais tantas células inflamatórias ativas, mas sim um tecido cicatricial pobre e vasos sanguíneos mal formados. Tratar uma tendinose como se fosse uma tendinite aguda é um erro clássico que prolonga o sofrimento.
Para a tendinose, o repouso excessivo é inimigo. O tendão precisa de estímulo mecânico para saber como alinhar suas novas fibras de colágeno.[3] Precisamos “estressar” o tecido de forma controlada para que ele se regenere mais forte.[3] É aqui que entra a reabilitação ativa, substituindo o descanso passivo pelo movimento terapêutico.
A Raiz do Problema: Biomecânica e Gesto Esportivo
O vilão silencioso: O Extensor Radial Curto
O músculo extensor radial curto do carpo é o principal protagonista dessa história.[3][6][7] Ele é anatomicamente vulnerável porque sua inserção no osso é pequena e recebe muita carga direta.[3] Toda vez que você atrasa o ponto de contato com a bola no tênis, esse músculo precisa trabalhar dobrado para estabilizar o punho e evitar que ele “quebre” para trás.
Se você segura a raquete com muita força o tempo todo, mantém esse músculo sob tensão constante, privando-o de fluxo sanguíneo adequado. Essa isquemia momentânea, repetida milhares de vezes em um set, inicia o ciclo de degradação tecidual. Você precisa aprender a relaxar a pegada entre os pontos.[3]
Além disso, a anatomia varia de pessoa para pessoa. Alguns de nós têm uma proeminência óssea mais aguçada ou tendões naturalmente menos elásticos. Identificar se o seu extensor radial curto está encurtado ou fraco é o primeiro passo para corrigir a biomecânica que está sobrecarregando seu cotovelo.[3]
A Cadeia Cinética: O cotovelo é a vítima, não o culpado
Na fisioterapia esportiva, olhamos para o corpo como uma corrente de elos interligados. Muitas vezes, o cotovelo “grita” porque o ombro ou o quadril não estão fazendo o trabalho deles. Se você não rotaciona o tronco adequadamente para gerar potência, seu braço tenta compensar essa falta de energia “chicoteando” a bola.
Essa compensação coloca uma carga absurda sobre os pequenos músculos do antebraço, que não foram feitos para gerar força bruta, mas sim para direcionar a raquete. Um ombro com mobilidade reduzida ou uma escápula instável obriga o cotovelo a absorver vibrações e impactos para os quais ele não foi projetado.[3]
Portanto, tratar apenas o cotovelo é como enxugar gelo. Para curar de verdade e continuar jogando, você precisará fortalecer o manguito rotador, melhorar a mobilidade torácica e usar a força das pernas. O golpe perfeito nasce no chão, passa pelo quadril e apenas termina na raquete.
O impacto da preensão manual excessiva (Grip)
A força que você aplica no cabo da raquete, conhecida como grip force, é determinante. Muitos jogadores amadores apertam a raquete como se quisessem esmagá-la, especialmente em momentos de tensão no jogo. Isso mantém os extensores em contração máxima isométrica, o pior cenário para quem tem epicondilite.
Você deve segurar a raquete com a firmeza necessária apenas no momento do impacto.[3] Nos segundos antes e depois, sua mão deve estar relaxada. Essa técnica de “aperta e solta” permite que o sangue circule e oxigene os tecidos, prevenindo a fadiga precoce que leva à lesão.
Outro ponto é o tamanho do cabo da raquete.[3] Um cabo muito fino obriga você a fechar mais a mão e fazer mais força para estabilizar a raquete, enquanto um cabo muito grosso dificulta o fechamento da mão, também gerando tensão. Encontrar o tamanho ideal do grip é uma intervenção biomecânica simples, mas poderosa.
O Segredo para Continuar Jogando: Adaptação de Carga e Equipamento[2][3]
Ajustando a tensão das cordas e o equipamento
Se você quer continuar jogando enquanto trata, seu equipamento precisa jogar a seu favor. Cordas de poliéster com alta tensão são duras e transmitem muita vibração para o braço.[3] Para quem está com dor, eu recomendo baixar a tensão das cordas em 2 a 4 libras ou mudar para um encordoamento multifilamentado, que é muito mais macio.
Considere também o peso e o balanço da sua raquete.[3] Raquetes muito leves parecem amigáveis, mas elas vibram mais e exigem que você gere toda a força do golpe. Uma raquete um pouco mais pesada, mas com o peso distribuído para o cabo (head-light), oferece maior estabilidade e absorve mais o choque da bola, poupando seu tendão.
O uso de antivibradores ajuda a mudar o som da batida, o que melhora a percepção de conforto, mas a ciência mostra que eles não reduzem significativamente a vibração que chega ao cotovelo. O que realmente funciona é a combinação correta de raquete flexível, corda macia e tensão baixa.
A técnica do Backhand e o atraso no contato
O backhand de uma mão é o golpe mais associado à epicondilite lateral, especialmente quando a técnica é falha. O erro mais comum é bater na bola atrasado, quando ela já passou da linha do seu corpo. Nesse ponto, o punho está em uma posição vulnerável e os extensores têm que suportar toda a força do impacto.
Você precisa focar em antecipar o movimento e fazer o contato com a bola na frente do corpo.[3] Isso permite que a estrutura óssea do braço e o ombro absorvam o impacto, em vez de transferi-lo para os tendões. Se o backhand de uma mão está causando muita dor, considere temporariamente usar o backhand de duas mãos.
A segunda mão no backhand funciona como um suporte extra, dividindo a carga e permitindo que o braço lesionado descanse mesmo durante o jogo. É uma adaptação técnica que pode salvar sua temporada e permitir que você continue ativo enquanto reabilita o tecido.[3]
Acessórios de suporte: Straps e Órteses
As cotoveleiras ou tiras subcondilares (straps) são ferramentas úteis para o retorno ao esporte.[3] Elas funcionam comprimindo o ventre muscular logo abaixo do cotovelo.[3] Essa compressão mecânica cria um “novo ponto de fixação” virtual, absorvendo parte da força que iria diretamente para a inserção inflamada no osso.
No entanto, você não deve usar esses acessórios o dia todo. O uso contínuo pode causar dependência e até reduzir a circulação local se estiver muito apertado.[3] Use a órtese apenas durante a prática esportiva ou atividades de maior esforço manual, e retire-a assim que terminar para permitir a fisiologia normal do membro.[3]
Lembre-se de que a órtese é um paliativo, não a cura. Ela serve para reduzir os sintomas e permitir que você execute a reabilitação com menos dor.[3] Se você depender exclusivamente dela sem fazer os exercícios, a dor voltará com força total assim que você tirá-la.[3]
Protocolo de Reabilitação Ativa: Do Alívio à Força[3]
Exercícios isométricos para analgesia imediata
Quando a dor está presente, o exercício isométrico é seu melhor amigo. A isometria consiste em fazer força sem gerar movimento articular.[3] Pesquisas mostram que contrações isométricas sustentadas têm um efeito analgésico poderoso, acalmando a dor no tendão quase imediatamente.
Você pode fazer isso sentado, com o cotovelo dobrado a 90 graus e a palma da mão para baixo. Use a mão oposta para resistir à tentativa de levantar o punho (extensão), mantendo a contração por cerca de 30 a 45 segundos, sem deixar o punho se mover. Repita isso 3 a 5 vezes, com intervalos de descanso.
Faça esse exercício antes de jogar como aquecimento e nos dias de dor mais intensa.[3] Ele prepara o tendão para a carga e reduz a inibição cortical que a dor causa, permitindo que o músculo trabalhe de forma mais eficiente e segura.
O poder do fortalecimento excêntrico
A fase excêntrica é quando o músculo se alonga enquanto faz força (como descer o peso devagar).[3] Para tendinopatias, o exercício excêntrico é o padrão-ouro de tratamento.[3] Ele estimula os tenócitos (células do tendão) a produzirem colágeno novo e a alinharem as fibras na direção da força.[3]
Apoie o antebraço em uma mesa, deixando a mão para fora. Segure um peso leve (pode ser uma garrafa de água ou um halter de 1kg).[3] Use a outra mão para levantar o peso (fase concêntrica) e, em seguida, desça o peso lentamente usando apenas a força do punho lesionado (fase excêntrica) por cerca de 4 segundos.
Esse controle na descida é o que remodela o tendão. Comece com 3 séries de 10 a 15 repetições, sentindo um leve desconforto (não dor aguda). Com o tempo, aumente a carga progressivamente.[2][8] É esse exercício que vai dar a resistência necessária para o tendão suportar o impacto da bola novamente.[3]
Mobilização neural do nervo radial
Muitas vezes, o que parece ser apenas uma dor muscular tem um componente neural. O nervo radial passa exatamente pela região do epicôndilo lateral e pode ficar irritado ou comprimido pela inflamação dos tecidos vizinhos, gerando sintomas que imitam ou pioram a epicondilite.
A mobilização neural, ou flossing, ajuda a “deslizar” o nervo por entre os tecidos, melhorando sua nutrição e reduzindo a sensibilidade. Em pé, abaixe o ombro, estenda o cotovelo, rode o braço para dentro e flexione o punho suavemente, sentindo um estiramento no trajeto do nervo.
Não mantenha a posição como um alongamento estático. Vá e volte no movimento de forma rítmica e suave, como se estivesse passando fio dental. Fazer isso algumas vezes ao dia pode liberar restrições de movimento e diminuir aquela dor “chata” e difusa que percorre o antebraço.[3]
Além da Quadra: Estratégias de Autocuidado e Prevenção
Ergonomia no escritório e uso do mouse
Não adianta tratar o cotovelo na clínica e destruí-lo no escritório.[3] O uso excessivo do mouse e do teclado, especialmente com o punho em extensão (dobrado para cima), mantém os extensores sob tensão constante por horas. Isso acumula microtraumas que somam à carga do tênis.
Tente manter o antebraço apoiado na mesa, de modo que o punho fique neutro, sem dobrar para cima ou para os lados. Considere usar um mouse vertical, que coloca a mão em uma posição de “aperto de mão”, relaxando a musculatura extensora e transferindo o movimento para o ombro.[3]
Faça pausas a cada hora. Levante-se, estique os braços e faça movimentos circulares com os punhos. Esses pequenos intervalos de recuperação são vitais para restaurar o fluxo sanguíneo e prevenir a fadiga muscular crônica que precede a lesão.
Técnicas de automassagem e liberação
Você pode e deve cuidar dos seus músculos em casa.[3][8] A tensão excessiva no ventre muscular dos extensores puxa o tendão. Relaxar o músculo alivia essa tração.[3] Use uma bola de tênis ou de lacrosse contra a parede para massagear a parte carnuda do antebraço (não massageie diretamente sobre o osso dolorido!).[3]
Encontre os pontos de maior tensão (“nós”) e mantenha a pressão por alguns segundos, respirando fundo, até sentir o músculo relaxar. Você também pode usar um creme deslizante para fazer massagem no sentido das fibras, do cotovelo em direção à mão, para ajudar na drenagem e relaxamento.
Essa manutenção diária evita que os músculos fiquem encurtados cronicamente.[3] Músculos flexíveis e bem irrigados absorvem melhor as cargas e protegem os tendões, funcionando como amortecedores naturais para o seu esqueleto.
O papel do sono e nutrição na reparação
A reparação dos tendões ocorre principalmente enquanto você dorme.[3] A privação de sono aumenta os níveis de cortisol e substâncias inflamatórias, dificultando a síntese de colágeno.[3] Se você quer curar uma lesão crônica, dormir de 7 a 8 horas com qualidade é um tratamento não negociável.
Do ponto de vista nutricional, a hidratação é fundamental para a elasticidade dos tecidos. Tendões desidratados são mais rígidos e propensos a lesões. Além disso, alimentos ricos em vitamina C e proteínas são os tijolos necessários para a construção de novo colágeno.
Alguns estudos sugerem que a suplementação de colágeno tipo 1 ou gelatina, consumida cerca de uma hora antes do exercício de reabilitação, pode potencializar a síntese de matriz tendínea.[3] Converse com um nutricionista para ajustar sua dieta ao seu plano de recuperação.
Tecnologias e Terapias Avançadas na Fisioterapia[3]
Terapia por Ondas de Choque (Shockwave)
Como fisioterapeuta, considero as Ondas de Choque um divisor de águas para casos crônicos de epicondilite.[3] Não confunda com “choquinho” elétrico (TENS).[3] Trata-se de uma onda acústica de alta energia que provoca uma microlesão controlada no tecido fibrosado.[3]
Esse impacto mecânico quebra as calcificações e o tecido cicatricial desorganizado, estimulando o corpo a criar novos vasos sanguíneos (neovascularização). Isso traz sangue novo, oxigênio e fatores de crescimento para uma área que estava metabolicamente “morta” ou estagnada.
Geralmente, são indicadas de 3 a 5 sessões, com intervalo semanal. É um tratamento que pode ser desconfortável durante a aplicação, mas os resultados na redução da dor e na melhora da função a médio prazo são excelentes e bem documentados cientificamente.
Dry Needling (Agulhamento Seco)
O Dry Needling envolve a inserção de agulhas finas (como as de acupuntura) diretamente nos pontos-gatilho dos músculos extensores do antebraço.[3] Quando a agulha atinge o ponto de tensão, ocorre uma resposta de contração local seguida de um relaxamento profundo e imediato da fibra muscular.[3]
Além de soltar a musculatura que está tracionando o tendão, o agulhamento estimula a liberação de analgésicos naturais do corpo e aumenta o fluxo sanguíneo local.[3] É uma técnica muito eficaz para “resetar” o tônus muscular e aliviar a dor referida que desce pelo braço.[3]
Muitas vezes associamos o Dry Needling com a eletroestimulação (eletroacupuntura), passando uma corrente suave através das agulhas. Isso potencializa o efeito analgésico e ajuda a modular a percepção de dor crônica pelo sistema nervoso central.
Laserterapia de Alta Potência
Diferente dos lasers antigos de baixa potência, os equipamentos modernos de alta potência conseguem entregar uma quantidade significativa de energia aos tecidos profundos em pouco tempo.[3] O efeito aqui é a fotobiomodulação: a luz interage com as mitocôndrias das células, aumentando a produção de ATP (energia celular).
Com mais energia, as células conseguem realizar os processos de reparo e combate à inflamação de forma mais eficiente. O laser também ajuda a controlar o edema e a dor, permitindo que você progrida nos exercícios de fortalecimento mais rapidamente.
Esta terapia é indolor e não invasiva, sendo uma excelente coadjuvante no tratamento. Ela prepara o terreno biológico para que os exercícios mecânicos tenham o máximo de efeito na remodelação do seu tendão, acelerando seu retorno às quadras com performance total.[3]

“Olá! Sou a Dra. Fernanda. Sempre acreditei que a fisioterapia é a arte de devolver sorrisos através do movimento. Minha trajetória na área da saúde começou com um propósito claro: oferecer um atendimento onde o paciente é ouvido e compreendido em sua totalidade, não apenas em sua dor física.
Graduada pela Unicamp e com especialização em Fisioterapia, dedico meus dias a estudar e aplicar técnicas que unam conforto e resultado. Entendo que cada corpo tem seu tempo e cada reabilitação é uma jornada única.
No meu consultório, você encontrará uma profissional apaixonada pelo que faz, pronta para segurar na sua mão e guiar seu caminho rumo a uma vida com mais qualidade e liberdade.”