O estalo no ombro durante o saque no Beach Tennis é uma das queixas mais frequentes que recebo aqui na clínica. Você prepara o movimento, leva a raquete lá atrás e, quando vai acelerar o braço para atingir a bola, ouve ou sente aquele “tec” característico. Às vezes dói, às vezes é apenas um incômodo sonoro que te deixa apreensivo para o próximo ponto.
Como fisioterapeuta, preciso que você entenda que esse barulho não é aleatório. Ele é o resultado de uma engrenagem complexa que pode estar desalinhada ou simplesmente trabalhando sob alta pressão. O ombro é a articulação com maior mobilidade do corpo humano, mas paga um preço alto por isso em termos de estabilidade. No Beach Tennis, essa articulação é exigida ao extremo, especialmente no saque, que é um gesto de alta velocidade e amplitude.
Vamos mergulhar fundo no que acontece dentro do seu corpo. Vou explicar a anatomia, a biomecânica e os fatores ocultos que transformam seu ombro em uma máquina de fazer barulhos. Quero que você termine esta leitura sabendo exatamente o que está acontecendo e como vamos resolver isso juntos.
A Anatomia da Articulação Glenoumeral
A Instabilidade Natural do Ombro
Você precisa visualizar o seu ombro não como um encaixe perfeito, mas como uma bola de golfe apoiada em um tee de golfe. A cabeça do úmero é a bola, e a glenoide é o tee. A superfície de contato ósseo é muito pequena, o que permite que você gire o braço em quase todas as direções. Essa liberdade é fundamental para alcançar aquela bola difícil no fundo da quadra, mas cria um desafio enorme para manter tudo no lugar.
Para compensar essa falta de encaixe ósseo profundo, seu corpo depende quase inteiramente de tecidos moles para manter a articulação estável. Ligamentos, a cápsula articular e, principalmente, os músculos precisam trabalhar em sincronia perfeita. Quando você ouve um estalo, muitas vezes é o som dessa cabeça do úmero se movendo milimetricamente fora do centro ideal de rotação, roçando em estruturas vizinhas antes de voltar para o lugar ou sendo puxada abruptamente pelos ligamentos sob tensão.
No contexto do Beach Tennis, essa anatomia é testada a cada saque. A força que você gera para bater na bola tenta, literalmente, arrancar o braço do tronco. Se os estabilizadores dinâmicos não estiverem ativos e fortes, a articulação “dança” dentro da cápsula. Esse micro-movimento excessivo é o que chamamos de instabilidade translacional, e é uma das principais causas daquele som oco ou do estalo seco que você sente no meio do movimento.
O Papel do Labrum Glenoidal
Imagine que colocamos um anel de borracha ao redor daquele tee de golfe para aumentar a profundidade e ajudar a segurar a bola. Esse é o labrum glenoidal. Ele é uma fibrocartilagem que orla a cavidade da glenoide, servindo como um calço e também como ponto de ancoragem para ligamentos importantes e para o tendão da cabeça longa do bíceps. Ele funciona criando uma pressão negativa, como uma ventosa, que ajuda a manter o úmero centralizado.
Muitos dos estalos que tratamos em jogadores de esportes de raquete vêm de alterações nessa estrutura. Com o tempo e a repetição do gesto de arremesso do saque, o labrum pode sofrer pequenas fissuras ou desgaste. Quando a cabeça do úmero passa por uma área irregular do labrum, você sente o clique. É semelhante a passar a roda de um carro sobre um buraco ou um ressalto na estrada.
Além disso, existe uma lesão específica chamada SLAP (Superior Labrum Anterior to Posterior), muito comum em quem faz movimentos repetitivos acima da cabeça. Se o estalo vier acompanhado de uma dor profunda, como se fosse dentro da articulação, e uma sensação de que o braço “perde a força” momentaneamente, precisamos investigar o labrum com mais atenção. Ele é silencioso até deixar de ser, e quando reclama, geralmente é porque a mecânica do saque já está sobrecarregando a estrutura há meses.
A Coifa dos Rotadores e o Manguito
Você provavelmente já ouviu falar do manguito rotador. Ele é formado por quatro músculos principais: supraespinhal, infraespinhal, redondo menor e subescapular. A função principal deles não é gerar força bruta para o saque, mas sim manter a cabeça do úmero centralizada na glenoide enquanto os músculos grandes, como o peitoral e o grande dorsal, geram a potência. Eles são os maestros da articulação.
Durante o saque, existe um desequilíbrio muito comum que gera estalos. Se o deltoide (o músculo grande do ombro) faz muita força para levantar o braço, mas o manguito está fraco ou fadigado, a cabeça do úmero sobe excessivamente e colide com o teto da articulação, o acrômio. Esse impacto gera um estalo doloroso e é o início do que chamamos de síndrome do impacto.
Outro cenário frequente no Beach Tennis é a tendinopatia por uso excessivo. O tendão fica espessado e inflamado. Quando ele desliza por baixo do arco ósseo durante o movimento rápido do saque, ele “resvala” ou prende momentaneamente, gerando um estalo audível. É como uma corda grossa passando por uma roldana apertada demais. Se não corrigirmos a força e o timing desses músculos, o atrito contínuo pode levar a rupturas.
A Biomecânica do Saque e o Momento do Estalo
A Fase de Armação Tardia (Late Cocking)
O momento crítico do saque acontece quando você leva a raquete para trás e para baixo, preparando a alavanca. Chamamos isso de late cocking. Nessa fase, seu ombro entra em abdução e rotação externa máxima. É uma posição antinatural e extrema para a articulação, onde a cabeça do úmero é empurrada para frente contra os ligamentos anteriores e a cápsula.
É muito comum o estalo ocorrer exatamente na transição dessa fase para a aceleração. Se você tem encurtamento na parte posterior da cápsula do ombro, a cabeça do úmero é forçada a transladar para uma posição inadequada. O estalo aqui pode ser o tendão do bíceps saindo do seu sulco ou a própria articulação subluxando levemente antes de retornar.
No Beach Tennis, a necessidade de gerar potência sem o apoio firme do chão (já que estamos na areia) faz com que muitos atletas exagerem nessa amplitude de braço para compensar a falta de impulso das pernas. Esse exagero na rotação externa coloca as estruturas passivas sob tensão máxima. O estalo nessa fase é um aviso do seu corpo dizendo que você está chegando no limite da integridade anatômica.
A Fase de Aceleração e Impacto
Do ponto de máxima rotação externa até o contato com a bola, seu braço viaja em uma velocidade impressionante. O ombro precisa rodar internamente de forma explosiva. Nesse milésimo de segundo, as forças compressivas e de cisalhamento na articulação são gigantescas. É o momento em que a coordenação intramuscular precisa ser perfeita.
O estalo durante a aceleração muitas vezes indica um problema de trilho. Imagine um trem em alta velocidade; se o trilho tiver uma pequena deformidade, o trem vai chacoalhar. Se os músculos escapulares não estabilizarem a base (a escápula) firmemente, o úmero não tem uma base sólida para girar. O estalo vem da fricção de tecidos moles tentando controlar um movimento balístico instável.
Também observamos aqui a questão do impacto subacromial dinâmico. À medida que o braço sobe e roda, o espaço por onde passam os tendões diminui. Se a técnica do saque estiver errada — por exemplo, se você sacar apenas com o braço, sem usar a rotação do tronco — você força essa articulação a trabalhar em um ângulo mecânico desvantajoso, favorecendo o choque ósseo que gera o ruído e a inflamação.
A Desaceleração e o Controle Excêntrico
Após bater na bola, o braço não para sozinho. Ele continua o movimento cruzando o corpo. Essa é a fase de desaceleração, e é a mais lesiva para a parte posterior do ombro. Os músculos posteriores do manguito rotador precisam contrair enquanto se alongam (contração excêntrica) para frear o braço. É como pisar no freio de um carro a 100km/h.
Estalos nessa fase final geralmente estão ligados à frouxidão ligamentar ou fadiga extrema. Quando os músculos fadigam, eles param de proteger a articulação, e as estruturas passivas (ligamentos) sofrem o “tranco” final do movimento. O som pode ser um vácuo sendo quebrado dentro da articulação ou a cabeça do úmero batendo na parte posterior da glenoide.
No Beach Tennis, como os jogos costumam ser longos e os torneios têm muitas partidas no mesmo dia, a fadiga excêntrica acumula rápido. Você pode notar que o ombro começa a estalar mais no final do dia ou no terceiro set. Isso é um sinal claro de falha muscular: seus freios estão gastos e a articulação está pagando o preço a cada finalização de golpe.
Tipos de Ruídos Articulares: O que é o quê?
Cavitação: O Estalo “Do Bem”
Nem todo estalo é sinal de lesão. Muitas vezes, o barulho que você ouve é apenas cavitação. Dentro da articulação existe o líquido sinovial, que lubrifica o movimento. Quando você faz um movimento rápido e de grande amplitude, como o saque, a pressão dentro da cápsula articular muda drasticamente, fazendo com que gases dissolvidos nesse líquido formem bolhas que estouram rapidamente.
Esse tipo de estalo geralmente é indolor e não acontece de forma repetitiva imediata — você estala uma vez e precisa esperar um tempo para conseguir estalar de novo. Se o seu ombro faz um “ploc” seco, sem dor, e você sente até um alívio de tensão depois, provavelmente é apenas cavitação. É o mesmo fenômeno de estalar os dedos das mãos.
No entanto, mesmo que não doa, se isso acontece com frequência excessiva durante a prática esportiva, pode indicar que há um excesso de mobilidade (hipermobilidade) que não está sendo bem controlado pelos músculos. Embora a cavitação em si não seja o problema, a frequência dela pode ser um sintoma de que precisamos melhorar sua estabilidade muscular para evitar que a articulação chegue nesses extremos de pressão tão facilmente.
Crepitação: O Som de Areia
Diferente do estalo único, a crepitação é aquele som constante, parecendo que tem areia ou vidro moído dentro do ombro quando você move o braço. Isso é muito comum em jogadores de Beach Tennis mais experientes ou com histórico de lesões. Esse som geralmente indica alterações nas superfícies cartilaginosas. A cartilagem, que deveria ser lisa como um azulejo, começa a ficar rugosa.
Isso pode ser um sinal inicial de condromalácia ou osteoartrose, mas também pode ser causado por bursite crônica. Quando a bursa (uma bolsa de líquido que evita atrito) fica inflamada e espessada, ela gera esse som de “mastigação” ao deslizar. Se você sente essa “areia” durante o saque, é um sinal de que o atrito interno está alto e a lubrificação natural não está dando conta.
A crepitação também pode vir da articulação escapulotorácica. Se a sua escápula raspa nas costelas ao se mover, você ouve e sente essa vibração. Isso geralmente acontece por falta de força nos músculos serrátil anterior e romboides, fazendo com que o osso da escápula fique muito próximo da grade costal, gerando atrito direto entre os tecidos a cada levantamento de braço.
O Estalo com Ressalto (Snapping)
Este é o tipo que mais nos preocupa. É um estalo audível, muitas vezes sentido por quem está perto, que acontece sempre no mesmo ângulo do movimento. Geralmente, isso é uma estrutura anatômica (um tendão ou ligamento) passando abruptamente sobre uma proeminência óssea. É uma questão mecânica de colisão e salto.
No saque, o tendão da cabeça longa do bíceps é o culpado frequente. Se ele estiver instável no sulco bicipital, ele salta para fora e volta, fazendo um som alto e doloroso. Isso irrita o tendão rapidamente, levando a tendinites severas. Outra possibilidade é o ressalto da escápula, onde o ângulo superior do osso bate sobre as costelas devido a uma discinese (movimento errado) escapular.
Esse tipo de estalo requer intervenção fisioterapêutica direta. Não é algo que “passa com o tempo”. Pelo contrário, cada estalo é uma microagressão ao tecido. Se você continuar sacando com esse ressalto, a estrutura vai se desgastar até o ponto de ruptura ou inflamação crônica incapacitante, te tirando das quadras por meses.
A Cadeia Cinética e a Postura: O Problema não é só o Ombro
Mobilidade Torácica Limitada
Aqui está um segredo que poucos contam: muitas vezes o ombro estala porque as costas estão rígidas. Para sacar bem no Beach Tennis, você precisa estender e rodar a coluna torácica (a parte do meio das costas). Se você trabalha o dia todo sentado no computador, essa região tende a ficar bloqueada e cifótica (curvada para frente).
Quando você vai para o jogo e tenta levantar o braço lá em cima sem ter mobilidade na coluna, o ombro é obrigado a compensar. Ele tenta ir além do que a anatomia permite para atingir a altura necessária para o smash ou saque. Essa compensação força a articulação glenoumeral a trabalhar em um ângulo extremo, favorecendo o impacto e os estalos.
Restaurar a mobilidade torácica costuma reduzir imediatamente os ruídos no ombro. Quando a coluna se move bem, a escápula se posiciona melhor, e o úmero ganha um teto mais alto para se mover sem colidir com nada. O tratamento do ombro que estala quase sempre começa destravando o meio das costas.
Discinese Escapular
A escápula é a base de tudo. Ela precisa se mover em sincronia perfeita com o braço. Chamamos isso de ritmo escapuloumeral. Para cada grau que o braço sobe, a escápula precisa girar um tanto. Se ela fica “presa” ou “alada” (com a ponta saltada para fora), toda a mecânica do ombro desmorona.
No Beach Tennis, a fadiga ou a fraqueza dos músculos que seguram a escápula (trapézio inferior, serrátil) faz com que a escápula “caia” durante o saque. Isso diminui o espaço subacromial drasticamente. O resultado é o tendão do manguito sendo esmagado contra o osso, gerando estalos e dor. É como tentar abrir uma porta com a dobradiça torta.
A discinese é visível. Se olharmos você de costas sacando, veremos que um ombro parece se mover diferente do outro. Corrigir esse padrão motor é essencial. Não adianta fortalecer o braço se a base onde o braço está preso (a escápula) está instável. Precisamos ensinar sua escápula a abraçar as costelas e girar para cima na hora certa.
Estabilidade do Core
Você saca com o corpo todo, não só com o braço. A força nasce nos pés, passa pelas pernas, quadril, cruza o tronco (core) e chega ao ombro. Se o seu core é fraco, essa transferência de energia falha. O ombro, então, tenta gerar toda a potência sozinho para compensar a falta de ajuda do tronco.
Essa sobrecarga isolada no ombro é um convite para estalos e lesões. Um core instável faz com que você perca o eixo de rotação durante o saque na areia, que já é um piso instável. Seu corpo balança, o braço sai da trajetória ideal e “clack” — as estruturas articulares sofrem com a falta de alinhamento.
Fortalecer o abdômen, os oblíquos e a lombar não é estética, é proteção para o seu ombro. Um tronco firme permite que o ombro funcione como um funil de energia, e não como um gerador de força sobrecarregado. Jogadores com core forte raramente relatam estalos crônicos porque a distribuição de carga é eficiente.
Fatores Externos e Equipamento
O Peso e Balanço da Raquete
A raquete de Beach Tennis tem suas particularidades. O peso e, principalmente, o balanço (distribuição desse peso) influenciam diretamente a carga no ombro. Raquetes com o peso muito deslocado para a cabeça (head heavy) geram uma alavanca maior. Isso ajuda na potência, mas exige muito mais dos freios do ombro (manguito rotador) na fase de desaceleração.
Se você não tem uma musculatura preparada e usa uma raquete pesada na ponta, o tendão sofre tração excessiva a cada saque. Isso pode causar microinstabilidades que resultam em estalos. O torque gerado na articulação aumenta exponencialmente com poucos gramas de diferença na ponta da raquete devido à física da alavanca.
Muitas vezes, ajustar o equipamento resolve o problema. Experimentar uma raquete com balanço mais equilibrado ou adicionar overgrips para mudar a distribuição de peso pode aliviar a tensão nos tendões, diminuindo a inflamação e, consequentemente, os ruídos articulares durante a partida.
A Instabilidade da Areia
Jogar na areia fofa altera toda a cadeia biomecânica. Diferente do tênis de quadra dura, onde a força de reação do solo é imediata, a areia dissipa a energia. Quando você empurra o chão para sacar, a areia cede. Isso significa que menos energia sobe das pernas para o tronco.
Para compensar essa perda de energia, o jogador tende inconscientemente a forçar mais o braço e o ombro para manter a velocidade da bola. Esse esforço extra, muitas vezes realizado com o corpo desequilibrado pelos buracos na quadra, coloca o ombro em posições de vulnerabilidade mecânica onde os estalos são frequentes.
Treinar o deslocamento e a base na areia é fundamental. Se você conseguir se estabilizar melhor antes de sacar, exigirá menos correções abruptas do ombro no ar. A propriocepção (noção de corpo no espaço) específica para o terreno irregular ajuda a manter a articulação centrada mesmo quando o pé afunda.
Volume de Treino e Gestão de Carga
O “boom” do Beach Tennis fez com que muitas pessoas saíssem do sedentarismo direto para jogos diários de alta intensidade. O tecido conjuntivo (tendões e ligamentos) demora mais para se adaptar ao esforço do que o músculo. Você ganha força muscular rápido, mas seus tendões ainda não estão prontos para suportar aquela tração repetida.
O estalo muitas vezes é o primeiro sinal de overuse (superuso). O tecido está inchado, a mecânica está fadigada e a coordenação motora fina se perdeu pelo cansaço. Continuar jogando com estalos frequentes sem dar dias de descanso para o corpo regenerar é o caminho mais curto para uma cirurgia.
É vital periodizar. Você não pode sacar com força máxima todos os dias. O ombro precisa de tempo para remodelar as fibras de colágeno. Se o estalo aparece sempre no terceiro jogo do dia, seu corpo está gritando que a bateria da estabilidade acabou. Respeite esse limite.
Terapias e Tratamentos Aplicados
Ao receber você no consultório com essa queixa, nossa abordagem vai muito além de “colocar gelo”. O tratamento fisioterapêutico moderno para o ombro do jogador de Beach Tennis é ativo e funcional. Começamos quase sempre com a Terapia Manual. Utilizamos técnicas de liberação miofascial para soltar a musculatura do peitoral menor e do trapézio, que geralmente estão encurtados e puxando a escápula para uma posição ruim. A mobilização articular também é usada para restaurar o deslizamento natural da cabeça do úmero e da coluna torácica.
Em seguida, entramos com o Fortalecimento Específico e Estabilização. Não é apenas fazer musculação comum. Trabalhamos muito os rotadores externos e os estabilizadores da escápula com elásticos e cargas progressivas, focando na resistência. Exercícios de Propriocepção são fundamentais: fazer você segurar uma bola ou um peso instável com o braço levantado obriga seu cérebro a reconectar com os pequenos músculos que ajustam a articulação milimetricamente, eliminando os “jumps” que causam os estalos.
Para casos de dor associada, recursos como o Dry Needling (agulhamento a seco) são excelentes para desativar pontos de tensão (trigger points) que impedem o músculo de funcionar corretamente. E, claro, a Osteopatia pode ajudar muito no alinhamento global, verificando se bloqueios na cervical ou na torácica não estão sabotando seu ombro. O objetivo final é deixar seu ombro “blindado”: forte o suficiente para acelerar, inteligente o suficiente para estabilizar e flexível o suficiente para não quebrar.

“Olá! Sou a Dra. Fernanda. Sempre acreditei que a fisioterapia é a arte de devolver sorrisos através do movimento. Minha trajetória na área da saúde começou com um propósito claro: oferecer um atendimento onde o paciente é ouvido e compreendido em sua totalidade, não apenas em sua dor física.
Graduada pela Unicamp e com especialização em Fisioterapia, dedico meus dias a estudar e aplicar técnicas que unam conforto e resultado. Entendo que cada corpo tem seu tempo e cada reabilitação é uma jornada única.
No meu consultório, você encontrará uma profissional apaixonada pelo que faz, pronta para segurar na sua mão e guiar seu caminho rumo a uma vida com mais qualidade e liberdade.”