Você já parou para pensar que a extensão do seu braço na quadra — sua raquete — pode ser a grande vilã ou a heroína do seu jogo?
Muitos clientes chegam ao meu consultório com dores no ombro ou no cotovelo e culpam a técnica, o excesso de treino ou até a idade. Mas, em diversos casos, o problema está escondido em um detalhe físico simples: o equilíbrio da raquete.[1][4] Entender a física por trás do equipamento não é apenas para “nerds” de equipamentos; é essencial para a saúde da sua articulação e para a qualidade do seu golpe.
Vamos mergulhar juntos nesse universo, não apenas como jogadores, mas entendendo a biomecânica por trás de cada grama distribuída no seu equipamento.
A Física do Movimento: Entendendo o “Balance Point”[1][2][3][4][5][6][10][11]
Para começarmos, você precisa visualizar a raquete como uma alavanca. Na fisioterapia, estudamos alavancas o tempo todo porque seu corpo funciona à base delas. O “Balance Point”, ou ponto de equilíbrio, é o local exato onde a raquete se manteria nivelada se você a apoiasse em um único dedo. Parece simples, mas esse ponto dita como seus músculos terão que reagir durante o swing.
O que é realmente o Ponto de Equilíbrio?
Imagine que você está segurando uma gangorra. O ponto de equilíbrio é o eixo central. Se deslocarmos esse eixo, a força necessária para mover a gangorra muda drasticamente. Na sua raquete, esse ponto determina a distribuição de massa.[1][2][3][5][6][8]
Quando você segura a raquete pelo cabo, está lidando com o que chamamos de “peso estático” — o peso total dela na balança. Mas assim que você começa o movimento de forehand ou saque, entra em cena o “peso dinâmico” ou swingweight. O ponto de equilíbrio é o maestro dessa orquestra. Se o equilíbrio estiver deslocado para a ponta, a raquete parecerá muito mais pesada em movimento do que realmente é.[1] Se estiver deslocado para o cabo, ela parecerá uma pena, mesmo que tenha 340 gramas.
Você deve entender isso para não ser enganado pelos números impressos no aro. Uma raquete leve com peso todo na cabeça pode cansar seu braço muito mais rápido do que uma raquete pesada com o peso no cabo. É uma questão de onde a massa está lutando contra a gravidade e a inércia.
A Alavanca do Braço: Cabeça Pesada vs. Cabeça Leve[1][2][4][5][8][10][11]
Aqui entramos na biomecânica pura. Pense no seu punho como o ponto de apoio (fulcro). Quanto mais longe desse ponto estiver a massa (ou seja, na cabeça da raquete), maior será o torque — a força de rotação — que você precisará controlar.
Uma raquete de cabeça pesada (Head Heavy) funciona como um martelo longo. Ela gera muita inércia. Quando você a coloca em movimento, ela quer continuar em movimento. Isso é ótimo para gerar força bruta esmagadora na bola, mas exige que seus freios musculares (os tendões do seu antebraço) trabalhem dobrado para desacelerar a raquete após o contato.
Por outro lado, uma raquete de cabeça leve (Head Light) traz a massa para perto da sua mão.[10][11] Isso diminui o braço de alavanca da resistência. O resultado? Você sente que tem controle total. É mais fácil mudar a direção da raquete no meio do golpe ou fazer aquele voleio rápido de reflexo. Seus músculos estabilizadores do ombro (o manguito rotador) agradecem, pois o esforço para manobrar o equipamento é menor.
Decifrando os Números: Pontos (Pts) vs. Milímetros
Você vai à loja e vê etiquetas confusas: “4 pts HL” ou “320mm balance”. Vamos traduzir isso para a linguagem humana.
A medida padrão de uma raquete de adulto é 27 polegadas (aprox. 68,58 cm). O meio exato dela seria em 13,5 polegadas (aprox. 34,3 cm). Se o ponto de equilíbrio estiver exatamente aí, ela é “Even Balance” (equilibrada).[2]
Se o ponto de equilíbrio for menor que 34,3 cm (mais perto do cabo), ela é “Head Light” (HL).[1][11] Cada 1/8 de polegada que nos afastamos do centro em direção ao cabo conta como “1 ponto”. Então, uma raquete “4 pts HL” tem o equilíbrio meia polegada abaixo do centro.[11] Em milímetros, você veria algo como “330mm” ou “320mm”.
Se o número for maior que 34,3 cm, ela é “Head Heavy” (HH). Números como “350mm” ou “360mm” indicam que o peso está lá na ponta. Para você, jogador, a regra prática é: número em milímetros baixo = controle e conforto; número alto = potência e risco de atrasar o golpe.
Controle ou Potência: O Eterno Dilema do Tenista[4][7][9]
Essa é a escolha de Sofia que todo tenista enfrenta. Você quer soltar o braço e ver a bola explodir na quadra adversária, ou prefere colocar a bola na linha com precisão cirúrgica? O balanço da sua raquete define esse “DNA” do seu jogo.
Raquetes “Head Heavy” (Cabeça Pesada): O Martelo de Thor[8]
Raquetes com peso na cabeça são, ironicamente, muitas vezes as mais leves no peso total. Elas são projetadas para iniciantes ou jogadores com swing mais curto e lento.[8] Por quê? Porque a raquete faz o trabalho por você.
Imagine o martelo do Thor. Uma vez que ele começa a descer, nada o para. A massa concentrada na cabeça da raquete aumenta o momento de inércia. Quando ela colide com a bola, a raquete não “treme” para trás; ela atropela a bola. Isso transfere muita energia, gerando potência fácil sem que você precise ter a técnica perfeita de transferência de peso do corpo.
No entanto, há um preço. Você perde a sensibilidade. É difícil sentir onde a cabeça da raquete está durante todo o arco do movimento (propriocepção). Além disso, em trocas de bola rápidas na rede, você pode se sentir “atrasado”, como se estivesse tentando manobrar um caminhão em uma pista de kart. Se você joga no fundo de quadra e gosta de dar “marretadas”, esse balanço pode ser seu aliado, mas cuidado com o controle de profundidade.
Raquetes “Head Light” (Cabeça Leve): O Bisturi do Cirurgião
Agora, imagine um bisturi. Ele não tem força bruta por si só, mas na mão de um especialista, faz exatamente o que é comandado. Raquetes com o equilíbrio voltado para o cabo (Head Light) são as preferidas dos profissionais e jogadores avançados.[4][9]
Como a massa está na sua mão, a raquete se torna uma extensão natural do seu braço. Você consegue gerar uma velocidade de cabeça de raquete absurda se tiver a técnica e a força muscular para isso. A potência aqui não vem da massa da raquete “atropelando” a bola, mas da velocidade que você consegue imprimir nela (lembra da física? Força = Massa x Aceleração).
O ganho principal é o controle direcional. Você consegue angular a face da raquete no último milissegundo para um winner na paralela. Para quem saca e voleia, ou joga duplas, o balanço “Head Light” é quase obrigatório. A desvantagem? Se você atrasar o braço ou bater fora do centro (sweet spot), a raquete não vai te ajudar. A bola vai morrer na rede. Ela exige que você seja o motor.
O Caminho do Meio: Raquetes “Even Balance” (Versatilidade)[2][4][8][10]
E se você não for nem o iniciante que precisa de ajuda extra, nem o Roger Federer com técnica impecável? O equilíbrio neutro (Even Balance) tenta oferecer o melhor dos dois mundos.
Essas raquetes têm o peso distribuído de forma uniforme.[6][8] Elas oferecem uma estabilidade decente no fundo de quadra (não tremem tanto quanto as Head Light extremas em batidas fora do centro) e ainda permitem uma manobrabilidade aceitável.
Eu costumo indicar esse tipo de balanço para jogadores intermediários em transição. É aquele momento em que você já desenvolveu um swing completo, mas ainda precisa de um pouco de “perdão” do equipamento quando está cansado no terceiro set. O “Even Balance” é o “arroz com feijão” bem feito: não compromete sua saúde articular com excesso de peso na ponta, nem exige que você tenha o antebraço do Nadal para gerar profundidade de bola.
Biomecânica e Saúde: O Olhar da Fisioterapia
Aqui é onde eu puxo sua orelha com carinho. O desempenho é ótimo, mas jogar sem dor é o que vai manter você no esporte por décadas. O equilíbrio da raquete interage diretamente com suas cadeias musculares e articulações.
Cadeia Cinética: Como o Peso Afeta o Ombro e Cotovelo[5][8][9]
O tênis é um esporte de cadeia cinética: a energia vem do chão, passa pelas pernas, quadril, tronco, ombro, braço e finalmente chega à raquete. Se o balanço da raquete estiver “errado” para o seu tipo físico, essa cadeia quebra no elo mais fraco — geralmente o cotovelo ou o ombro.
Uma raquete muito “Head Heavy” cria um torque enorme no final do movimento (fase de desaceleração). Seu manguito rotador (no ombro) e os extensores do punho (no cotovelo) precisam trabalhar excentricamente — ou seja, fazendo força enquanto alongam — para frear essa massa. Esse é o tipo de contração muscular que mais gera microlesões.
Se você usa uma raquete com peso excessivo na cabeça e não tem a musculatura preparada, seu ombro começa a “gritar” para estabilizar a articulação glenoumeral. Com o tempo, isso pode evoluir para tendinites ou bursites. A escolha do equilíbrio não é só sobre bater forte; é sobre quanto “freio” seu corpo aguenta aplicar repetidamente.
Swingweight e a Fadiga Muscular Prematura
Você já sentiu que no primeiro set sua raquete parece leve, mas no segundo set ela pesa uma tonelada? Isso é a fadiga muscular induzida pelo Swingweight (peso de balanço).
O Swingweight é influenciado diretamente pelo balanço.[1][2][4][6][8] Duas raquetes podem pesar 300g. Se uma tiver o peso na cabeça, o swingweight será alto (ex: 330).[1] Se a outra tiver o peso no cabo, o swingweight será baixo (ex: 290).
Mover um swingweight alto exige mais recrutamento de fibras musculares rápidas, que se cansam depressa. Quando seus músculos grandes fatigam, o corpo começa a compensar usando músculos pequenos e inadequados para a tarefa. É aí que você começa a usar excessivamente o punho para “empurrar” a bola, saindo da técnica correta. Essa compensação por fadiga é uma porta aberta para lesões. Escolher um balanço que você consiga manusear por 2 horas de jogo é vital.
Vibração e Choque: Quem Sofre Mais, Você ou a Raquete?
A vibração é a energia que sobra do impacto da bola e não foi usada para empurrá-la de volta. Essa energia viaja pelo aro, desce pelo cabo e entra no seu braço.
Raquetes mais leves e com cabeça pesada (comuns entre iniciantes) tendem a ser mais rígidas para gerar potência.[7][10] O problema é que a rigidez, somada ao peso na ponta, cria um ponto de impacto que transmite muita vibração se você não acertar exatamente no meio.
Por outro lado, uma raquete mais pesada (massa total maior) mas com balanço “Head Light” (peso no cabo) tem mais massa para absorver o choque antes que ele chegue ao seu braço. Massa absorve vibração. É física simples. Como fisioterapeuta, prefiro ver um amador jogando com uma raquete um pouco mais pesada e equilibrada no cabo (que absorve o impacto) do que com uma pena leve e desequilibrada na ponta que transfere todo o choque para o tendão comum dos extensores (o famoso local do Tennis Elbow).
Personalização na Prática: Ajustando seu Equipamento[2][4][9]
A boa notícia é que você não está preso às especificações de fábrica. Assim como ajustamos palmilhas para corrigir a pisada, podemos ajustar o equilíbrio da raquete para corrigir a “batida”.
Fita de Chumbo (Lead Tape): Onde Colocar para Mudar o Jogo?
A fita de chumbo é a melhor amiga do personalizador. Pequenas tiras podem mudar completamente a sensação da raquete. Mas onde colocar? Imagine a cabeça da raquete como um relógio.
- Posição 12 horas (Topo da cabeça): Adicionar peso aqui aumenta drasticamente a potência e o swingweight.[4] A raquete se torna mais “Head Heavy”.[1][2][3][4][5][8][10] Cuidado: isso diminui a manobrabilidade.[11] Faça isso se você sente que a raquete é instável e precisa de mais “peso de bola”, mas seu braço tem que estar forte.
- Posição 3 e 9 horas (Laterais): Peso aqui aumenta a estabilidade torsional. Sabe quando você bate fora do centro e a raquete gira na sua mão? Peso nas laterais reduz isso, ampliando o sweet spot (ponto doce). Isso altera o balanço para a cabeça, mas menos drasticamente do que às 12 horas.
- Posição 6 horas (Coração): Aumenta um pouco o peso estático sem alterar tanto o balanço ou o swingweight. É um ajuste sutil para quem quer a raquete um pouco mais sólida.
Contrabalanço no Cabo: “Polarizando” a Raquete
Se você adicionou peso na cabeça e a raquete ficou difícil de manusear, ou se você comprou uma raquete que sente ser muito pesada na ponta, a solução é adicionar peso no cabo.
Podemos injetar silicone dentro do cabo ou colocar fita de chumbo sob o grip original (o cushion grip). Ao adicionar massa na empunhadura, você traz o ponto de equilíbrio de volta para baixo, tornando a raquete mais “Head Light”.[9]
Isso cria uma raquete “polarizada”: peso nas extremidades (topo e cabo). Raquetes polarizadas tendem a ser muito estáveis e poderosas, mas mantêm uma boa manobrabilidade.[11] Muitos profissionais jogam com raquetes assim.[4][10][11] Para você, isso pode significar uma raquete que bate firme na bola sem parecer um martelo incontrolável.[1]
Quando Procurar um Customizador Profissional?
Brincar com fita de chumbo é divertido, mas tem limites. Se você começar a adicionar peso aleatoriamente, pode criar uma “Frankenstein” que vibra de forma estranha ou causa dores inesperadas.
Você deve procurar um profissional (ou um stringer especializado) quando quiser casar duas raquetes iguais. Nenhuma raquete sai de fábrica com o peso idêntico à outra, mesmo sendo o mesmo modelo (o controle de qualidade tem margens de erro). O profissional usa uma máquina de diagnóstico (RDC) para medir peso, balanço e swingweight e deixá-las gêmeas.
Além disso, se você tem histórico de lesão, um customizador pode trabalhar junto com seu fisioterapeuta (eu!) para montar o setup ideal: talvez uma raquete mais pesada no cabo para absorver impacto e proteger seu cotovelo, mantendo o desempenho.
Prevenção de Lesões Relacionadas ao Equipamento[2][5]
Como profissional de saúde, vejo o equipamento como parte do tratamento preventivo. Usar a raquete errada é como correr uma maratona de chinelos: você até consegue, mas vai se machucar.
O “Tennis Elbow” e a Relação com o Balanço Errado
A Epicondilite Lateral, ou Tennis Elbow, é o pesadelo de 50% dos tenistas. Ela ocorre pela sobrecarga dos tendões extensores do punho. E adivinhe? O balanço da raquete é um dos principais culpados.
Raquetes muito leves e com balanço na cabeça (Head Heavy) são perigosas aqui. Como elas têm pouca massa total, elas vibram muito. E como têm o peso na ponta, exigem que seu punho estabilize essa alavanca longa no momento do impacto. Essa combinação de vibração + torque excessivo cria microtraumas na inserção do tendão no cotovelo.
Se você está sofrendo com isso, a primeira coisa que verifico não é só sua técnica de backhand, mas sua raquete. Muitas vezes, migrar para uma raquete mais pesada no total, mas com balanço voltado para o cabo (Head Light), alivia a tensão nos extensores instantaneamente.
Fortalecimento Específico: Exercícios para Compensar o Equipamento[4]
Você não pode depender apenas da troca de raquete. Seu corpo precisa estar apto a manejar o equipamento que você escolheu.[4][9][10]
Para quem usa raquetes com mais peso na cabeça (potência), focamos no fortalecimento excêntrico dos extensores do punho e na estabilização da escápula. Exercícios com elásticos simulando a desaceleração do movimento são cruciais.
Para quem usa raquetes mais pesadas e “Head Light”, o foco muda para a resistência do ombro e do bíceps, pois você terá que gerar a velocidade do braço. Exercícios de rotação interna e externa (manguito) e pliometria para membros superiores são fundamentais para que você não perca a aceleração no terceiro set.
Sinais de Alerta: Quando seu Corpo Pede Troca de Raquete[9]
Ouça seu corpo; ele fala com você antes de gritar.
Se você sente um formigamento na mão após o jogo, pode ser excesso de vibração (raquete muito rígida ou leve demais). Se sente uma queimação profunda no ombro à noite, pode ser que o swingweight esteja muito alto para sua força atual (raquete muito pesada na ponta). Se sente dor na parte interna do cotovelo (Golfer’s Elbow), pode estar “atrasando” o golpe devido ao peso excessivo, forçando o punho a chicotear para compensar.
Não insista. A teimosia transforma um desconforto de uma semana em uma tendinose crônica de seis meses. Às vezes, adicionar 5 gramas de chumbo no cabo muda o balanço o suficiente para eliminar a dor.
Terapias Aplicadas ao Tenista[7][8][11]
Agora, se você já está sentindo as consequências de uma escolha de equipamento inadequada ou do excesso de jogo, saiba que a fisioterapia esportiva tem um arsenal para te colocar de volta em quadra. Não se trata apenas de “gelo e repouso”.[8]
No meu consultório, a abordagem para lesões de membro superior em tenistas (como epicondilites e lesões de manguito) envolve terapias regenerativas e mecânicas.
Utilizamos muito a Terapia por Ondas de Choque para casos crônicos de Tennis Elbow. Ela estimula a revascularização do tendão degenerado, “acordando” o processo de cura que o corpo havia abandonado.
A Eletroterapia Dry Needling (Agulhamento a Seco) é fantástica para soltar os “nós” (pontos-gatilho) nos músculos do antebraço que ficam tensos tentando segurar uma raquete desbalanceada. Ao relaxar essa musculatura, diminuímos a tração no osso.
Também trabalhamos com Terapia Manual e Liberação Miofascial, ajustando a mobilidade do punho e do ombro para garantir que a cadeia cinética flua livremente. E, claro, a Cinesioterapia (exercícios) é o que vai blindar você para o futuro.
Lembre-se: sua raquete é sua ferramenta. Ela deve trabalhar para você, não contra você. Ajuste o balanço, fortaleça seu corpo e jogue com inteligência. Nos vemos na quadra (ou na maca, mas preferencialmente só para manutenção preventiva)!

“Olá! Sou a Dra. Fernanda. Sempre acreditei que a fisioterapia é a arte de devolver sorrisos através do movimento. Minha trajetória na área da saúde começou com um propósito claro: oferecer um atendimento onde o paciente é ouvido e compreendido em sua totalidade, não apenas em sua dor física.
Graduada pela Unicamp e com especialização em Fisioterapia, dedico meus dias a estudar e aplicar técnicas que unam conforto e resultado. Entendo que cada corpo tem seu tempo e cada reabilitação é uma jornada única.
No meu consultório, você encontrará uma profissional apaixonada pelo que faz, pronta para segurar na sua mão e guiar seu caminho rumo a uma vida com mais qualidade e liberdade.”