Raquete de Beach Tennis para Iniciantes: O Guia Definitivo da Sua Fisioterapeuta

Raquete de Beach Tennis para Iniciantes: O Guia Definitivo da Sua Fisioterapeuta

Você decidiu entrar na febre do Beach Tennis e agora está diante daquela parede infinita de raquetes na loja ou rolando páginas de sites sem saber qual escolher. Calma, respira. Como fisioterapeuta que atende atletas de areia todos os dias, vou te contar um segredo que os vendedores muitas vezes esquecem: a raquete errada é o caminho mais rápido para o meu consultório. E, sinceramente, eu prefiro te ver jogando feliz na quadra do que tratando uma tendinite na minha maca.

A escolha do seu primeiro equipamento vai muito além da estética ou da marca que o campeão mundial usa. Estamos falando de uma extensão do seu braço. Se essa extensão não “conversar” bem com a sua articulação, quem paga a conta é o seu corpo. O Beach Tennis é um esporte democrático e apaixonante, mas exige movimentos repetitivos acima da cabeça e uma tração constante no punho que, se mal gerenciados pelo equipamento, podem gerar lesões chatas.

Neste papo de hoje, vamos mergulhar fundo no que realmente importa para você que está começando. Esqueça as especificações técnicas complicadas que só servem para confundir. Vou traduzir o “rackets-ês” para o “fisioterapês” de uma forma prática, para que você faça uma compra inteligente, proteja suas articulações e, claro, consiga passar a bolinha para o outro lado com muito mais facilidade.

O Peso Ideal: O Equilíbrio entre Potência e Saúde[1][2][3]

Leveza nem sempre é sinônimo de melhor escolha

Muita gente acredita que, para começar, a raquete precisa ser uma “pluma”. É verdade que raquetes muito pesadas são vilãs para quem ainda não tem a musculatura específica do antebraço desenvolvida, mas o excesso de leveza também esconde seus perigos. Uma raquete leve demais (abaixo de 310g, por exemplo) exige que você faça mais força para gerar potência na batida, e isso pode sobrecarregar seus tendões tanto quanto uma raquete pesada.

O segredo está no meio-termo. Para a grande maioria dos iniciantes, eu recomendo uma faixa entre 320g e 340g. Esse peso permite que a raquete tenha massa suficiente para absorver o impacto da bolinha — sim, é física pura: massa contra massa — sem que o choque vá todo para o seu cotovelo. Se a raquete for leve demais, ela vibra muito ao colidir com a bola, e essa vibração sobe direto pelo seu braço.

Pense no peso como uma âncora de estabilidade.[2][4] Você precisa de um equipamento que você consiga manusear com agilidade na rede, para aqueles reflexos rápidos, mas que tenha “corpo” para defender um smash forte do adversário sem girar na sua mão. Testar é fundamental, mas manter-se nessa zona de segurança de peso é o primeiro passo para evitar a famosa epicondilite logo no primeiro mês de jogo.

A distribuição do peso (O tal do “Balanço”)

Agora que falamos sobre o peso total, precisamos falar sobre onde esse peso está concentrado.[2] Chamamos isso de “balanço”. Existem raquetes com peso mais na cabeça (head heavy) e outras com peso mais no cabo (head light).[4] Para você que está começando, entender isso é crucial para a mecânica do seu movimento e para a saúde do seu ombro.[5]

Raquetes com o peso deslocado para a cabeça funcionam como um martelo: elas dão muita potência na batida porque a alavanca é maior. O problema é que, para um iniciante que ainda erra o tempo de bola (o timing), manusear esse “martelo” cansa o punho e o ombro muito rápido. Você vai sentir o braço pesar depois de 20 minutos de jogo, e sua técnica vai desmoronar, aumentando o risco de lesão.

Minha recomendação clínica e prática: busque raquetes com balanço equilibrado ou ligeiramente voltado para o cabo. Isso te dá controle. Controle é o que você precisa agora, não força bruta.[3][6] Com o peso mais distribuído, você consegue corrigir movimentos de última hora sem estressar os ligamentos do punho. É como dirigir um carro com direção hidráulica em vez de um caminhão antigo; a resposta é mais suave e menos traumática para o corpo.

Relação entre peso e sua força muscular atual[5]

Não podemos ignorar sua condição física atual. Você é uma pessoa que já pratica musculação, crossfit ou tênis? Ou você está saindo do sedentarismo direto para a areia? Essa resposta muda tudo. Pacientes meus que já têm uma cintura escapular (ombros e costas) forte podem tolerar raquetes um pouco mais pesadas desde o início, aproveitando a estabilidade que elas oferecem.

Por outro lado, se você está sedentário, seus músculos estabilizadores do ombro (o manguito rotador) estão “dormindo”. Colocar uma carga excessiva neles com movimentos repetitivos de saque e smash é perigoso. Nesse caso, ser conservador no peso é vital. Comece com algo mais leve e, conforme você for ganhando condicionamento e técnica, pode pensar em trocar de equipamento.

Lembre-se que o Beach Tennis é um esporte de repetição. Você vai bater na bola centenas de vezes em uma hora. Uma diferença de 10 ou 20 gramas pode parecer ridícula segurando a raquete na loja por cinco segundos, mas no final do terceiro set sob o sol de meio-dia, esses gramas extras parecem quilos. Respeite o seu momento muscular atual para garantir que você jogue amanhã também.

Materiais da Raquete: O Que Realmente Importa

A Fibra de Vidro: O “Trampolim” Amigo do Iniciante

Se eu pudesse receitar uma raquete como receito um exercício, a “Fibra de Vidro” (Fiberglass) estaria no topo da lista para 90% dos iniciantes. A característica principal desse material é a flexibilidade. Imagine que a face da raquete funciona como uma cama elástica. Quando a bola bate, a fibra de vidro cede um pouco e depois empurra a bola de volta.

Esse efeito elástico é maravilhoso para quem está aprendendo porque ajuda a bola a andar mesmo quando você não faz o movimento perfeito ou não tem muita força. Chamamos isso de “saída de bola”. Para o iniciante, é frustrante bater na bola e ela morrer na rede. A fibra de vidro dá aquela ajudinha extra, catapultando a bola para o outro lado, o que torna o jogo mais fluido e divertido.

Além da performance, do ponto de vista terapêutico, a fibra de vidro é excelente porque é macia. Ela absorve muito bem as vibrações do impacto.[6][7] Uma raquete rígida demais é como bater numa parede de concreto; o choque volta para você. A fibra de vidro é como bater numa almofada firme; é gentil com as suas articulações. Por isso, não tenha pressa de migrar para materiais mais “profissionais” se o seu corpo agradece o conforto da fibra de vidro.

Carbono e Híbridas: Vale a pena investir agora?

Você vai ouvir falar muito do Carbono (3K, 12K, 18K). É o material da moda e das raquetes de alta performance. O carbono é mais rígido, oferece mais precisão e potência para quem já tem a mão pesada e a técnica afiada. Mas para o iniciante, o carbono pode ser um “falso amigo”.[4] A rigidez do carbono não perdoa: se você bater fora do centro (o ponto doce), a raquete vibra e a bola não vai.

No entanto, existem as raquetes híbridas, que misturam carbono na estrutura (para durabilidade) e fibra de vidro na face (para conforto).[4] Essas podem ser uma ótima opção de transição ou para quem quer investir num equipamento que dure um pouco mais, sem perder totalmente o conforto. Elas oferecem um pouco mais de firmeza que as de 100% fibra de vidro, dando uma sensação de maior controle.

Minha dica é: evite raquetes de carbono “puro” e de alta densidade (como 12K ou 18K) no seu primeiro ano. Elas são duras, exigem uma mecânica de golpe perfeita que você ainda está desenvolvendo. Usar uma raquete dessas prematuramente é pedir para desenvolver dores no cotovelo, pois seu braço terá que compensar a falta de elasticidade do material fazendo mais força muscular do que deveria.

O Núcleo de EVA: Soft vs Hard

Dentro da raquete, existe uma espuma chamada EVA, e a densidade dela é tão importante quanto o material externo. Para iniciantes, a palavra mágica é “Soft” (Macia). Um EVA Soft complementa a fibra de vidro, aumentando aquela sensação de conforto e absorção de impacto que mencionei anteriormente.[3]

Um EVA muito duro (Hard) oferece muito controle e potência para jogadores agressivos, mas transmite muita vibração. Pense no impacto de um carro com suspensão dura passando num buraco versus um carro com suspensão macia. O EVA Soft é a suspensão macia do seu jogo. Ele “abraça” a bolinha por uma fração de segundo a mais, permitindo que você sinta onde está batendo e direcionando melhor o golpe sem sentir a pancada seca.

Muitas lesões crônicas no Beach Tennis, como tendinites no ombro e cotovelo, surgem do uso prolongado de equipamentos muito rígidos por jogadores que não têm técnica para tal. Ao escolher sua raquete, verifique a especificação do EVA.[8] Se estiver escrito “Extra Soft” ou “Soft”, seu fisioterapeuta interior (e eu) ficaremos felizes.

Design e Aerodinâmica: Detalhes que Fazem Diferença[4]

A Furação e a Resistência do Ar[5][9]

Você já notou que as raquetes têm quantidades diferentes de furos? Isso não é apenas estético. Os furos servem para que o ar passe através da raquete, diminuindo a resistência durante o movimento.[5][9] No Beach Tennis, onde o vento é um fator constante (afinal, estamos na praia), uma raquete que “fura” bem o ar cansa menos o braço.

Para iniciantes, raquetes com uma distribuição generosa de furos (geralmente espalhados pela face) são ideais. Elas tornam a raquete mais manobrável. Quando você está na rede e precisa reagir rápido a uma bola em cima do corpo, essa aerodinâmica ajuda você a chegar a tempo. Se a raquete for muito fechada, ela funciona como uma vela de barco, e você sentirá o arrasto do ar pesando no seu pulso.

Porém, cuidado com furos em excesso na região central, onde você bate na bola.[9] Menos material ali pode significar menos estabilidade e durabilidade. O ideal é um equilíbrio: furos distribuídos nas laterais e na parte superior, mantendo o “coração” da raquete (o centro) mais preenchido para garantir uma batida sólida e consistente.

Espessura: 20mm, 21mm ou 22mm?

A espessura da raquete, medida em milímetros olhando de perfil, também influencia o jogo. O padrão de mercado hoje gira em torno de 22mm, e essa é a medida de ouro para quem está começando. Uma raquete de 22mm tem uma estrutura robusta o suficiente para oferecer uma boa saída de bola (potência gratuita).

Raquetes mais finas (20mm ou 21mm) eram comuns no passado ou em modelos muito específicos de controle extremo. Elas exigem que o jogador coloque muita força física na bola. Já as de 22mm (algumas chegam até a 23mm) funcionam como um bloco mais sólido que, ao impactar a bola, transfere energia com eficiência.

Para você, iniciante, a raquete de 22mm é a escolha certa.[10] Ela oferece estabilidade.[2][3][5][10] Quando você rebate uma bola forte, a raquete não “treme” tanto na sua mão quanto uma mais fina tremeria. Essa estabilidade é crucial para a confiança. Saber que a raquete vai aguentar o tranco te deixa mais relaxado para focar no movimento correto dos pés e do corpo.

Textura e Tratamento: O Segredo do Spin[1]

Sabe aquele efeito que faz a bola girar e cair rapidinho na quadra adversária? Isso se chama spin, e a textura da raquete ajuda muito nisso. Raquetes de iniciantes costumam vir com um tratamento de fábrica mais simples, uma textura arenosa leve. Jogadores profissionais muitas vezes mandam fazer tratamentos personalizados super ásperos, mas você não precisa disso agora.

Uma textura moderada já é suficiente para você começar a entender como “raspar” a bolinha. Se a raquete for muito lisa, a bola escorrega e você perde controle, mandando muitas bolas para o vidro (ou para a grade). A rugosidade cria atrito, segurando a bola na face da raquete por milésimos de segundo a mais, o que te dá controle direcional.

Não se preocupe em gastar extra com “tratamentos profissionais” logo de cara. A textura original das raquetes de entrada e intermediárias já é pensada para facilitar o aprendizado dos golpes com efeito, como o saque e o smash. Foque em aprender a técnica; a raquete fará a parte dela se tiver essa rugosidade básica.

Biomecânica e Prevenção de Lesões

Vibração e o Cotovelo de Tenista

Vamos falar de algo sério: a vibração. Toda vez que a bola bate na raquete, uma onda de energia percorre o equipamento. Se a raquete não filtrar isso, a onda para no seus tecidos moles. O epicôndilo lateral (aquele ossinho para fora do cotovelo) é quem mais sofre, podendo desenvolver a famosa epicondilite lateral, ou “cotovelo de tenista”.

Como fisioterapeuta, vejo que muitos iniciantes seguram a raquete com força excessiva, tensionando os músculos extensores do punho o tempo todo. Se somarmos essa tensão muscular contínua com uma raquete que vibra muito (dura demais ou leve demais), a inflamação é quase certa.

Por isso insisto tanto nos materiais macios (Fibra de Vidro e EVA Soft). Eles agem como um filtro, dissipando essa energia vibratória antes que ela chegue ao seu tendão. Além disso, existem acessórios chamados dampeners (antivibradores) de silicone que podem ser colocados na raquete, embora no Beach Tennis o material da própria raquete seja o principal fator de proteção.

A Alavanca do Ombro no Saque

O saque é o único momento em que você tem total controle da bola, mas é também um dos gestos mais agressivos para o ombro. Você está com o braço acima da cabeça, em extensão e rotação. Se sua raquete for muito pesada na ponta (cabeça), o torque gerado no final do movimento — quando você desacelera o braço — é imenso.

O manguito rotador, um grupo de quatro músculos pequenos que estabilizam o ombro, precisa trabalhar dobrado para frear esse movimento. Se a raquete for desbalanceada para o seu nível de força, você pode começar a sentir pontadas na parte anterior ou lateral do ombro.

Para prevenir isso, além de escolher o balanço equilibrado que citei antes, é fundamental que você não tente “matar a bola” na força. Use a flexibilidade da raquete a seu favor.[3] Deixe o material trabalhar. Um movimento fluido e contínuo com uma raquete adequada protege seu ombro muito mais do que um movimento travado e forte.

A Importância do Grip Correto[3][4][7][9]

Muitas vezes a raquete é ótima, mas o cabo (grip) está na espessura errada para a sua mão. Se o cabo for muito fino, você precisa apertar demais os dedos para a raquete não girar, o que causa tensão excessiva no antebraço. Se for muito grosso, você não consegue fechar a mão direito, perdendo firmeza e controle.

Existe uma regra prática: ao segurar a raquete, deve sobrar o espaço de um dedo (o indicador da outra mão) entre a ponta dos seus dedos e a palma da mão. Se seus dedos tocarem a palma, o cabo está fino. Se sobrar muito espaço, está grosso.

A boa notícia é que isso é fácil de corrigir. Usamos overgrips (aquelas fitas que enrolamos no cabo) para engrossar a empunhadura até o ponto ideal. Ajustar o grip é uma das intervenções ergonômicas mais baratas e eficientes que existem. Um grip correto relaxa a musculatura do antebraço e previne dores crônicas no punho e cotovelo.

Cuidados e Longevidade do Material[1]

Limpeza para manter a aderência

Sua raquete vai sujar, é inevitável. Areia, suor, protetor solar e maresia formam uma crosta que, com o tempo, alisa a superfície da raquete, tirando aquela textura que ajuda no efeito. Além disso, o sal da maresia é corrosivo.

Crie o hábito de limpar sua raquete após os jogos. Não precisa dar banho nela! Um pano úmido com água doce (apenas água) passado suavemente na face e no cabo é suficiente para remover o sal e a areia. Evite produtos químicos agressivos ou álcool, pois eles podem ressecar a espuma EVA e danificar o verniz da superfície.

Manter a face limpa garante que a rugosidade (o grit) continue fazendo seu trabalho de dar spin na bola. É uma manutenção simples que prolonga a vida útil da raquete e mantém a qualidade do seu jogo constante.

O Perigo do Calor Excessivo

Aqui está um erro clássico: deixar a raquete no porta-malas do carro sob o sol escaldante ou esquecida na areia quente enquanto você toma uma água de coco. O calor é o maior inimigo do EVA. As altas temperaturas alteram as propriedades químicas da espuma.

Quando o EVA superaquece, ele pode perder a sua capacidade elástica, ficando “morto” ou excessivamente mole, e depois endurecendo ao esfriar, perdendo a capacidade de absorção de impacto. Em casos extremos, a raquete pode até delaminar (descolar a capa externa da espuma interna).

Tenha uma capa térmica. A maioria das raquetes já vem com uma capa simples, mas as térmicas (aquelas prateadas por dentro) são um investimento que vale ouro. Proteja seu equipamento do sol direto quando não estiver jogando. Trate sua raquete como você trata seu celular: não deixe torrando no sol.

Identificando a Fadiga da Raquete[3][4]

As raquetes não duram para sempre. Elas sofrem o que chamamos de fadiga de material. Com o tempo e as milhares de batidas, as fibras internas vão quebrando em nível microscópico e a espuma perde a resiliência (a capacidade de voltar ao formato original).

Como saber a hora de trocar? Primeiro, observe o som. Se a batida começar a fazer um som “oco” ou diferente do habitual, pode ser sinal de que o núcleo quebrou. Segundo, verifique se apareceram fissuras na pintura, especialmente na região dos furos ou no pescoço da raquete. Pequenos riscos superficiais são normais, mas rachaduras que parecem profundas indicam falha estrutural.

Do ponto de vista físico, se você começar a sentir dores no braço que não sentia antes, e não mudou nada na sua rotina de treino, desconfie da raquete. Uma raquete “morta” não absorve mais vibração, passando tudo para o seu corpo. Às vezes, a economia de não trocar o equipamento custa caro em sessões de fisioterapia.

Terapias e Recuperação

Chegamos ao final, e como prometido, preciso falar sobre como cuidar do “motor” do seu jogo: seu corpo. Mesmo com a raquete perfeita, o Beach Tennis é um esporte intenso. Se você sentir desconfortos, saiba que existem abordagens terapêuticas muito eficazes para te manter na areia.

Fisioterapia Desportiva é a base de tudo. Não procure um fisio apenas quando travar. O trabalho preventivo, com fortalecimento específico para o manguito rotador (ombro) e para os extensores do carpo (antebraço), é o que vai te blindar contra lesões. Exercícios de estabilização escapular são obrigatórios para qualquer beachtennista.

Para dores pontuais e recuperação muscular, a Osteopatia ajuda muito a alinhar a biomecânica, garantindo que seu quadril, coluna e ombros estejam móveis e funcionando em harmonia. Técnicas como a Liberação Miofascial (manual ou instrumental) são excelentes para soltar a musculatura tensa do antebraço após um torneio.

Também usamos muito o Dry Needling (agulhamento a seco) para desativar pontos de tensão (trigger points) que se formam no ombro e pescoço devido à postura de olhar sempre para cima. E, claro, em fases agudas de dor, recursos como Laserterapia e Ultrassom ajudam na cicatrização dos tecidos.

O Beach Tennis é para ser uma fonte de saúde e alegria. Com a raquete certa na mão — leve, flexível e equilibrada — e um corpo bem cuidado, você terá longos anos de diversão nas quadras. Nos vemos na areia!

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