Nós sabemos exatamente como funciona a sua rotina e a ansiedade que bate na sexta-feira à tarde. Você passa a semana inteira sentado em frente ao computador resolvendo problemas mentais e com o corpo praticamente imóvel em uma cadeira. O final de semana chega e a previsão de ondas está clássica e tudo o que você quer é passar seis horas dentro da água para compensar o estresse da semana. É justamente nesse cenário de contraste extremo que o meu trabalho como fisioterapeuta começa a ficar intenso na segunda-feira pela manhã.
O corpo humano é uma máquina de adaptação incrível mas ele odeia surpresas bruscas de intensidade. Sair do zero movimento para uma atividade de alta demanda cardiovascular e muscular como o surf é um choque sistêmico. O surf exige extensão de coluna rotação de tronco explosão de membros inferiores e uma resistência de ombros que a vida moderna não oferece. Se você entra no mar sem preparar essa máquina as peças vão começar a chiar e eventualmente quebrar.
Preparar o corpo para o surf de final de semana não significa que você precisa virar um atleta olímpico ou viver dentro da academia. Significa ter inteligência biomecânica para manutenção. Precisamos destravar o que a cadeira travou e ativar o que o conforto desligou. Vamos conversar sobre como você pode continuar pegando suas ondas com qualidade e sem precisar de analgésicos para conseguir trabalhar na terça-feira.
O Choque de Realidade: Do Escritório para a Arrebentação
O impacto da postura sentada na biomecânica do surf
A postura padrão do trabalhador moderno é a antítese da postura do surfista. No escritório você fica com a coluna curvada para frente os ombros enrolados internamente e o quadril flexionado a noventa graus. No surf você precisa fazer exatamente o oposto: estender a coluna para remar abrir o peito e estender o quadril para ficar em pé na prancha. Quando você tenta forçar o corpo nessas posições opostas sem preparação o tecido sofre.
Essa transição abrupta cria um conflito mecânico nas suas articulações. Seus flexores de quadril estão encurtados por ficarem sentados o dia todo. Quando você tenta ficar em pé na prancha esses músculos puxam sua coluna lombar para uma posição vulnerável. Isso não é apenas desconfortável é a receita perfeita para travamentos e hérnias de disco a longo prazo. O corpo entende a posição sentada como o “novo normal” e luta contra a extensão necessária no mar.
Você precisa entender que o trabalho de mobilidade durante a semana não é luxo é pré-requisito. Passar cinco minutos por dia soltando a frente do quadril e abrindo o peito sinaliza para o seu sistema nervoso que aquela posição encolhida não é definitiva. Se você ignora isso está pedindo para suas articulações trabalharem no limite da amplitude o que gera atrito inflamação e desgaste prematuro.
A síndrome do pico agudo de carga
Existe um conceito na fisioterapia esportiva chamado “Acute Chronic Workload Ratio” ou a razão entre a carga aguda e a crônica. Basicamente se você faz muito pouco durante a semana (carga crônica baixa) e tenta fazer muito no final de semana (carga aguda alta) o risco de lesão dispara. O tecido não tem lastro para suportar o volume de remada e a intensidade dos caldos.
Muitos surfistas recreativos tentam surfar duas quedas de três horas no sábado para “aproveitar o swell”. Para os tendões dos seus ombros isso é um massacre. Eles não foram condicionados para seis horas de repetição. A fadiga se instala a técnica degrada e é nesse momento que o ombro pinça ou o joelho torce. A mente quer continuar mas a estrutura biológica já pediu arrego.
A solução não é surfar menos mas distribuir melhor a carga ou preparar o corpo para ela. Treinos curtos de remada ou natação durante a semana ajudam a subir a sua carga crônica. Assim quando o final de semana chega o salto de intensidade não é tão agressivo. O corpo reconhece o estímulo e consegue lidar com o estresse mecânico de forma muito mais eficiente e segura.
Reativando os glúteos adormecidos antes do drop
Ficar sentado causa o que chamamos de “amnésia glútea”. O glúteo é o motor principal do surfista. Ele é responsável por te colocar em pé na prancha e por controlar as manobras. Quando você senta em cima dele por oito horas diárias a circulação diminui e a conexão neural enfraquece. O cérebro “esquece” como recrutar esse músculo com força total.
Sem o glúteo ativo quem paga a conta é a sua coluna lombar e seus joelhos. Na hora do drop se o glúteo não dispara para estender o quadril você usa os músculos das costas para levantar o tronco. Repita isso vinte vezes e você terá uma lombalgia clássica de segunda-feira. O glúteo também estabiliza o joelho evitando que ele caia para dentro durante uma cavada.
Antes de pensar em entrar na água ou mesmo durante seus treinos de semana você precisa de exercícios de ativação. Pontes de glúteo agachamentos com elástico nos joelhos ou simples contrações isométricas ajudam a acordar esse gigante adormecido. Um glúteo forte é o melhor protetor que a sua coluna pode ter dentro e fora d’água.
Mobilidade Torácica: O Segredo para Salvar seus Ombros
Por que a coluna rígida destrói o manguito rotador
O ombro é a articulação mais móvel do corpo mas ele depende de uma base sólida para funcionar. Essa base é a escápula e a coluna torácica. Se você tem aquela postura de “corcunda” do computador sua escápula sai da posição ideal. Isso diminui o espaço por onde passam os tendões do ombro (manguito rotador).
Quando você vai remar precisa levantar o braço acima da cabeça repetidamente. Se a coluna torácica está rígida e curvada o osso do braço bate contra o teto do ombro a cada braçada. Isso se chama impacto subacromial. É aquela dorzinha chata na frente ou na lateral do ombro que piora depois do surf e pode evoluir para rupturas de tendão.
Para remar sem dor você precisa conseguir estender a parte alta das costas tirar o peito da prancha usando a coluna e não apenas o pescoço. Se a torácica não estende o ombro trabalha em desvantagem mecânica o tempo todo. Tratar o ombro sem soltar as costas é enxugar gelo. A liberdade do seu braço começa no meio das suas costas.
A diferença entre alongar o ombro e mobilizar o tórax
Muitos surfistas chegam na areia e puxam o braço na frente do peito para alongar. Isso é praticamente inútil para a mecânica da remada. O que você precisa é de mobilidade de extensão e rotação torácica. Você precisa ensinar sua coluna a sair do padrão “C” e entrar num padrão mais reto e aberto.
Alongar a cápsula do ombro é importante mas mobilizar o tórax é vital. O uso de rolos de espuma (foam rollers) para deitar em cima e abrir o peito é uma das melhores manutenções que você pode fazer em casa. Isso reverte a pressão diária da gravidade e do sedentarismo sobre as suas vértebras.
Se você ganha dez graus de extensão na coluna torácica você tira quilos de pressão dos seus ombros durante a remada. É uma questão de engenharia. Melhorar a base permite que a alavanca (o braço) funcione livremente. Foque em exercícios que abram a caixa torácica e permitam que suas escápulas deslizem nas costas.
Exercícios de extensão para compensar o computador
Um exercício simples e poderoso é deitar de barriga para baixo e levantar apenas o peito do chão sem usar as mãos mantendo o pescoço alinhado. Isso fortalece os paravertebrais e ensina o corpo a extensão ativa necessária na remada. Fazer isso algumas vezes por semana já muda a sua postura na prancha.
Outra opção é o alongamento “livro aberto”. Deitado de lado com os joelhos dobrados gire o tronco tentando encostar o ombro oposto no chão. Isso solta as travas rotacionais da coluna. No surf você precisa girar o tronco para olhar a onda e para manobrar. Se a coluna não gira o ombro sofre o tranco.
Incorpore esses movimentos na sua rotina noturna ou antes do surf. Não leva mais que cinco minutos e a sensação de liberdade na remada é imediata. Você vai sentir que consegue remar mais alto e com menos esforço simplesmente porque sua coluna parou de lutar contra os seus braços.
A Ciência da Remada: Potência sem Dor no Pescoço
Usando o grande dorsal em vez do trapézio superior
A remada eficiente nasce nas costas e não no pescoço. O músculo grande dorsal (a “asa” das costas) é o maior e mais forte propulsor que temos para puxar água. No entanto a maioria dos surfistas de final de semana rema tensionando o trapézio superior aquela musculatura perto do pescoço.
Quando você rema com o trapézio tensionado você puxa os ombros em direção às orelhas. Isso cria uma tensão absurda na cervical e gasta uma energia desnecessária. O trapézio fadiga rápido e logo você está com o pescoço duro e sem força para entrar na onda. A remada deve ser feita puxando o ombro para baixo e para trás longe das orelhas.
Aprender a ativar o dorsal muda o seu jogo. Pense em levar o cotovelo em direção ao quadril quando a mão entra na água. Isso engaja a musculatura certa. Você vai cansar menos e deslocar mais água. É uma troca inteligente: usar um músculo gigante e incansável em vez de um músculo pequeno e tenso.
A posição da cabeça e a prevenção de cervicalgias
O “pescoço de surfista” é uma queixa clássica. Passar horas deitado com a cabeça levantada olhando para o horizonte gera uma compressão constante nas vértebras do pescoço. Se você não tem mobilidade no resto da coluna o pescoço faz todo o trabalho de extensão criando um ponto de dobradiça doloroso.
Muitos tentam levantar a cabeça excessivamente tensionando a mandíbula e a frente do pescoço. O segredo é manter o olhar na linha do horizonte mas com o queixo levemente recolhido (como se fizesse um papo). Isso alinha as vértebras e distribui a carga.
Além disso descanse o pescoço entre as séries. Sente na prancha relaxe a cabeça olhe para os lados. Ficar na posição de esfinge (deitado com os cotovelos apoiados) por tempo ininterrupto é pedir para ter torcicolo. Dê micro-pausas para a sua cervical ela vai agradecer permitindo que você surfe no dia seguinte.
Ritmo e eficiência energética na remada
Surfistas experientes não remam igual a um moinho de vento descontrolado. Eles têm ritmo. Remar rápido e curto muitas vezes é menos eficiente do que remar longo e profundo. A remada longa permite um microssegundo de descanso muscular entre uma braçada e outra permitindo a reoxigenação do tecido.
A ansiedade de pegar a onda faz com que o iniciante acelere demais a frequência girando os braços sem pegar água de verdade. Isso eleva a frequência cardíaca e a produção de ácido lático. Acalme o movimento. Sinta a mão agarrar a água.
Economizar energia na remada de deslocamento significa ter explosão de sobra quando a onda boa aparecer. O surf de recreação deve ser prazeroso e não uma prova de resistência até a falha. Gerencie seu tanque de combustível usando a técnica a seu favor.
Blindando a Lombar no Pop-Up e nas Manobras
Dissociação de cinturas para proteger os discos
O surf é um esporte de torção. Você manobra torcendo o tronco em relação ao quadril. Chamamos isso de dissociação de cinturas. Se você não tem essa capacidade de torcer o meio das costas a torção acontece na lombar. A lombar não foi feita para rodar muito ela foi feita para estabilizar.
Discos intervertebrais odeiam a combinação de flexão com rotação. É exatamente o movimento de um “cutback” mal executado. Se o seu quadril está travado e sua torácica rígida sua lombar vai sofrer cisalhamento a cada curva. Você precisa soltar o quadril para que ele gire livremente.
Trabalhar a mobilidade de rotação interna e externa do quadril libera a lombar da responsabilidade de girar. Quando você vê um pro surfista manobrando parece fluido porque todas as articulações contribuem um pouco. Quando você tenta fazer igual com o corpo travado a corda arrebenta no ponto mais fraco que geralmente é o disco L5-S1.
O papel da pressão intra-abdominal (Bracing)
Para proteger a coluna durante o impacto das aterrissagens ou a força das manobras você precisa de um cinto de segurança interno. Isso é o “bracing” abdominal. Não é encolher a barriga é expandir o abdômen lateralmente criando pressão. Isso estabiliza a coluna vertebral de dentro para fora.
Muitos surfistas relaxam a barriga completamente quando estão em pé. Isso deixa a coluna solta e vulnerável aos solavancos da água. Aprender a manter uma ativação leve porém constante do core durante o surf é fundamental. Isso conecta a parte de cima com a parte de baixo do corpo.
Se o core é mole a força das pernas não chega no tronco. Você perde performance e ganha dor. Exercícios de prancha são úteis mas precisam evoluir para movimentos dinâmicos que simulem a instabilidade da prancha para terem transferência real para o esporte.
Flexores de quadril e a dor nas costas pós-surf
Voltamos ao problema de ficar sentado. O músculo psoas (flexor de quadril) conecta sua perna diretamente à sua coluna lombar. Quando ele está curto e tenso e você tenta fazer a extensão do corpo para ficar em pé no surf ele puxa as vértebras para frente com violência.
Essa tração constante durante horas de surf gera uma dor em faixa no final das costas. É aquela dor que faz você sair do mar parecendo um idoso de noventa anos. Alongar o psoas antes e depois do surf é obrigatório para quem trabalha sentado.
Ajoelhe no chão com uma perna à frente e empurre o quadril para frente mantendo o tronco reto. Você vai sentir puxar na frente da virilha. Fazer isso regularmente tira a tensão da corda que está puxando sua coluna permitindo que você surfe com a postura mais ereta e sem dor.
Gerenciamento de Fadiga e Recuperação Inteligente
Hidratação estratégica e nutrição intra-sessão
Você sua dentro da água mas não percebe. A desidratação no mar é acelerada pelo sol e pela água salgada. Um músculo desidratado é um músculo propenso a cãibras e distensões. Perder apenas 2% de água no corpo já derruba sua coordenação motora e tomada de decisão.
Não entre na água de estômago vazio mas também não coma uma feijoada. Carboidratos de rápida absorção são essenciais. Se você planeja ficar mais de duas horas saia da água beba água de coco coma uma fruta e volte. Esse “pit stop” recarrega o glicogênio muscular e previne a hipoglicemia que causa tremores e fraqueza.
A mentalidade de “ficar até não aguentar mais” é perigosa. Quando a energia acaba a técnica some. É nesse momento de exaustão que as lesões traumáticas acontecem. Gerencie sua bateria para sair do mar ainda com algum controle sobre o corpo.
O aquecimento dinâmico real versus alongamento estático
Esqueça ficar parado segurando o pé atrás do bumbum por trinta segundos antes de entrar. Isso pode até diminuir sua força explosiva. O aquecimento deve ser dinâmico. Movimente as articulações gire os braços faça agachamentos com o peso do corpo simule o pop-up na areia.
O objetivo é aumentar a temperatura corporal e lubrificar as articulações com líquido sinovial. Você precisa avisar o sistema nervoso que a ação vai começar. Cinco minutos de movimento contínuo na areia valem mais que vinte minutos de alongamento estático passivo.
Pense no aquecimento como ligar o motor do carro em um dia frio. Você não sai acelerando a mil por hora. Você deixa o óleo circular. Seus tecidos funcionam da mesma forma. Aquecer previne estiramentos musculares nos primeiros drops rápidos.
Protocolos de resfriamento para voltar a dirigir sem dor
Depois do surf o corpo esfria e a inflamação começa a se instalar. Entrar no carro e dirigir duas horas em uma posição travada é o golpe de misericórdia. Antes de entrar no carro dedique alguns minutos para soltar a musculatura.
Agora sim o alongamento estático é bem-vindo. Relaxe a musculatura lombar solte os isquiotibiais e o pescoço. Troque de roupa para não ficar com o corpo úmido e frio. Se possível use o aquecimento do banco do carro na lombar.
Pausar na estrada para esticar as pernas também ajuda. O acúmulo de ácido lático e subprodutos metabólicos precisa ser drenado. O retorno para casa faz parte do treino. Se você trava no carro sua semana começa comprometida.
Propriocepção e Joelhos: Preparando para o Terreno Instável
A importância dos estabilizadores locais do joelho
O mar é um terreno que se move em três dimensões. O chão da academia é fixo. Ter pernas fortes no leg press não garante estabilidade na prancha. Você precisa treinar os pequenos músculos que ajustam a posição do joelho a cada milissegundo de vibração da onda.
A propriocepção é a capacidade do cérebro saber onde seu corpo está no espaço sem olhar. No surf isso é vital. Se o seu joelho demora para reagir a um balanço da prancha o ligamento sofre a carga. Treinar em superfícies instáveis como o bosu ou pranchas de equilíbrio aguça esses reflexos.
Não é sobre força bruta é sobre tempo de reação. Um joelho inteligente corrige a posição antes que a lesão aconteça. Inclua exercícios de equilíbrio unipodal na sua rotina. Ficar em um pé só enquanto escova os dentes já é um começo válido.
Treinando o tempo de reação neuromuscular
O surf é imprevisível. Uma espuma pode bater na prancha e mudar sua trajetória. Seu corpo precisa reagir automaticamente. Treinos que envolvam reação a estímulos externos ajudam a preparar o sistema nervoso para o caos da arrebentação.
Brincadeiras com bolas exercícios de agilidade e mudanças de direção rápidas treinam essa via neural. O corpo precisa estar pronto para o inesperado. Se você é rígido demais você quebra. Se é adaptável você flui.
A rigidez muscular excessiva por medo de cair aumenta o risco de lesão. O treino neuromuscular dá confiança para que você mantenha o corpo relaxado porém alerta. Essa é a chave da fluidez no surf.
Prevenção de lesões ligamentares em aterrissagens
Aterrissar um aéreo ou mesmo descer de uma espuma exige amortecimento. Se você aterrissa com o joelho esticado o impacto vai para o osso e para o ligamento. A aterrissagem deve ser suave dissipando a energia através da flexão do joelho e quadril.
Treinar saltos e aterrissagens em solo firme ensinando o joelho a não entrar para dentro (valgo dinâmico) é essencial. O joelho deve estar alinhado com a ponta do pé. Esse padrão motor deve ser automático para que na água ele aconteça sem você pensar.
Muitas lesões de ligamento colateral medial acontecem porque o pé de trás escorrega e o joelho de trás abre excessivamente. Fortalecer os adutores (parte interna da coxa) ajuda a segurar a perna na prancha prevenindo essa abertura traumática.
Terapias Aplicadas e Indicadas
Para o surfista de final de semana a manutenção terapêutica é o segredo da longevidade. A Osteopatia é fantástica para alinhar a bacia e a coluna torácica garantindo que a mecânica esteja livre de bloqueios. Uma sessão mensal pode prevenir o acúmulo de tensões.
A Liberação Miofascial profunda ajuda a soltar a fáscia do grande dorsal e do peitoral melhorando a mobilidade dos ombros. Se você sente o corpo travado o uso de ventosas pode ajudar a aumentar o fluxo sanguíneo e soltar aderências teciduais.
O Pilates é talvez a modalidade mais complementar ao surf que existe pois trabalha o controle central (core) mobilidade e respiração simultaneamente. E para recuperação rápida após um final de semana intenso a Crioterapia (banheira de gelo) ou botas de compressão pneumática ajudam a drenar o edema e acelerar a recuperação muscular para a semana de trabalho. Cuide do seu corpo ele é a sua prancha mais importante.

“Olá! Sou a Dra. Fernanda. Sempre acreditei que a fisioterapia é a arte de devolver sorrisos através do movimento. Minha trajetória na área da saúde começou com um propósito claro: oferecer um atendimento onde o paciente é ouvido e compreendido em sua totalidade, não apenas em sua dor física.
Graduada pela Unicamp e com especialização em Fisioterapia, dedico meus dias a estudar e aplicar técnicas que unam conforto e resultado. Entendo que cada corpo tem seu tempo e cada reabilitação é uma jornada única.
No meu consultório, você encontrará uma profissional apaixonada pelo que faz, pronta para segurar na sua mão e guiar seu caminho rumo a uma vida com mais qualidade e liberdade.”