Você provavelmente já viu essa cena. O jovem atleta sai do aparelho, sacode as mãos, faz uma cara feia e volta para a fila. Ou talvez seu filho tenha reclamado que “dói para apoiar” na hora de fazer o dever de casa. No universo da ginástica artística, a dor no punho é tão comum que muitas vezes é ignorada ou normalizada. Como fisioterapeuta, preciso te dizer algo muito sério: dor em criança e adolescente nunca é normal. E no caso da ginástica, ignorar esse sinal pode custar não só uma medalha, mas a saúde da articulação para o resto da vida.
O punho do ginasta é a ferramenta de trabalho mais exigida e, ironicamente, a estrutura anatômica menos preparada evolutivamente para suportar o que o esporte pede. Nós fomos feitos para andar sobre os pés, não sobre as mãos. Quando invertemos essa lógica e somamos impacto, velocidade e rotação, criamos uma bomba relógio biomecânica. Mas a boa notícia é que com o olhar clínico certo e ajustes na rotina, podemos desarmar essa bomba antes que ela exploda.
Vamos conversar sobre o que realmente acontece dentro dessas articulações em crescimento. Quero que você entenda a mecânica por trás da dor, não apenas para tratar, mas para blindar o corpo desse jovem atleta. Vamos sair do básico “coloque gelo” e entrar na fisiologia avançada, na biomecânica e no controle de carga. Se você quer longevidade no esporte, precisa entender como o punho funciona sob pressão extrema.
A Anatomia Única do Punho do Ginasta em Crescimento
O primeiro ponto que você precisa compreender é que o esqueleto de uma criança não é uma miniatura do esqueleto de um adulto. Ele possui características únicas que o tornam vulnerável, especialmente as placas de crescimento. Na ginástica, o punho recebe forças que podem chegar a 16 vezes o peso corporal do atleta durante aterrissagens ou movimentos balísticos. Para um osso maduro, isso é difícil. Para um osso em formação, é um desafio monumental.
A Placa de Crescimento (Fise) e o Perigo Oculto
As extremidades dos ossos longos, como o rádio (o osso do antebraço do lado do polegar), possuem uma zona de cartilagem responsável pelo crescimento em comprimento. Chamamos isso de fise ou placa de crescimento. Essa estrutura é muito mais “mole” e frágil do que o osso calcificado e os ligamentos ao redor. Em adultos, lesões traumáticas costumam romper ligamentos. Em crianças, a força rompe ou esmaga a placa de crescimento antes que o ligamento ceda.
Na prática clínica, vemos com frequência a “Epifisite do Rádio Distal”, conhecida popularmente como “Punho de Ginasta”. O impacto repetitivo causa microfraturas e inflamação nessa zona de crescimento. Se o atleta continua treinando sobre a dor, essa placa pode sofrer um fechamento prematuro. Isso significa que o rádio para de crescer, mas a ulna (o outro osso) continua. O resultado é um punho deformado e com perda permanente de função.
O perigo é silencioso porque a radiografia inicial muitas vezes parece normal. Apenas a ressonância magnética ou um exame clínico muito apurado detecta o problema no início. Por isso, quando um ginasta jovem aponta dor na região dorsal (costas) do punho e perda de extensão, acendemos o sinal vermelho imediatamente. Não é “frescura”, é a integridade óssea futura que está em jogo.
Impacto Repetitivo e a Carga Axial
Diferente de lesões agudas, como cair e quebrar o braço, as lesões de punho na ginástica são, em sua maioria, por overuse ou superuso. Imagine um martelo batendo em um prego mil vezes por dia. O prego aguenta uma batida forte, mas mil batidas constantes geram fadiga no material. Na ginástica, o punho atua como pilar de sustentação, recebendo carga axial, ou seja, compressão direta de cima para baixo.
Essa compressão espreme a cartilagem e o complexo da fibrocartilagem triangular (uma espécie de “menisco” do punho). Quando o atleta treina 4, 5 ou 6 horas por dia, a taxa de destruição tecidual supera a taxa de reparo do corpo. O tecido biológico precisa de tempo para se remodelar e ficar mais forte. Sem esse tempo, ele entra em falência.
Além disso, a variabilidade do impacto conta muito. O solo com molas devolve energia de um jeito. O cavalo com alças exige suporte em ângulos extremos. A trave é dura e implacável. O punho precisa se adaptar a diferentes superfícies e vetores de força constantemente. Essa variabilidade, sem o preparo muscular adequado, sobrecarrega as estruturas passivas (ossos e ligamentos) em vez de usar os amortecedores ativos (músculos).
Diferença entre Dor “Boa” e Dor Patológica
Nós fisioterapeutas ouvimos muito os treinadores falarem sobre “no pain, no gain”. Mas você precisa saber distinguir os tipos de dor. A dor muscular tardia, aquela que aparece um ou dois dias depois de um treino novo de preparação física, é aceitável. Ela é difusa, fica no “meio” do músculo e não impede o movimento.
A dor articular é diferente. Ela é pontual. O atleta consegue colocar o dedo exatamente onde dói. Ela é aguda, como uma facada ou uma agulhada profunda. Ela piora durante o impacto e, em estágios avançados, dói até em repouso ou à noite. Essa dor jamais deve ser ignorada. Ela indica que a estrutura óssea ou ligamentar está em sofrimento.
Outro sinal de alerta é a dor que altera a mecânica. Se você percebe que o ginasta está evitando apoiar o peso totalmente, dobrando menos o punho ou compensando com o cotovelo, isso é uma dor patológica. O corpo é inteligente e cria compensações para fugir da dor. Essas compensações, a longo prazo, geram lesões secundárias em cotovelos e ombros.
Biomecânica e Técnica: A Raiz do Problema
Muitas vezes tratamos o punho, fortalecemos o antebraço, e a dor volta. Por quê? Porque o problema não estava na força, mas na forma como a força chega ao punho. A biomecânica dita como a energia viaja pelo corpo. Se há um erro técnico ou uma falha de alinhamento, o punho acaba sendo o elo mais fraco da corrente e paga o preço.
O Ângulo de Extensão e a Compensação de Ombros
Para realizar paradas de mão, flics e reversões, o punho precisa chegar a 90 graus de extensão passiva. Faça o teste: junte as palmas das mãos em posição de oração e tente baixar as mãos mantendo os cotovelos abertos até os antebraços ficarem horizontais. Muitos ginastas não têm essa amplitude natural sem forçar.
Se o ginasta tem apenas 70 ou 80 graus de extensão disponível, mas o movimento exige 90 ou mais, onde ele consegue esse movimento extra? Ele força a articulação além do limite fisiológico, pinçando os ossos do carpo contra o rádio. Isso cria um impacto ósseo dorsal doloroso e inflama a cápsula articular.
Muitas vezes, a falta de extensão do punho é culpa do ombro. Se o atleta tem ombros rígidos e não consegue alinhar o braço totalmente vertical na parada de mãos (ângulo de 180 graus de flexão de ombro), ele tende a “passar” o peso para frente dos ombros. Isso aumenta drasticamente o ângulo de extensão exigido no punho. Corrigir a mobilidade do ombro alivia instantaneamente a pressão no punho.
Aterrisagens e Descargas de Peso: Técnica vs. Força
A aterrissagem é o momento crítico. Seja caindo de um salto ou batendo as mãos no solo para um flic, a desaceleração é violenta. Uma técnica apurada dissipa essa energia. O ginasta precisa aprender a usar os dedos como freios. As pontas dos dedos devem tocar o solo primeiro e “agarrar” o chão, ativando os músculos flexores para controlar a descida da palma.
Muitos jovens atletas “desabam” sobre a base da mão (o talão da mão). Isso transmite o choque direto para o osso, sem amortecimento muscular. Ensinar o atleta a fazer “mãos de ventosa” ou “mãos de aranha” ativa a musculatura intrínseca e protege a articulação. É uma mudança sutil de técnica que muda completamente a distribuição de carga.
Além disso, o alinhamento do cotovelo é vital. Cotovelos hiperextendidos (muito comuns em meninas ginastas devido à frouxidão ligamentar) travam a articulação e impedem que o músculo tríceps ajude na absorção do impacto. O braço vira uma coluna rígida de osso. Treinar o “micro-bend” ou o desbloqueio sutil do cotovelo pode salvar os punhos.
O Papel dos Aparelhos (Solo, Cavalo e Trave)
Cada aparelho oferece um risco diferente. No solo, a repetição de flics e rondadas gera estresse de impacto direto. As superfícies modernas têm molas que ajudam a impulsionar, mas também devolvem energia vibratória que precisa ser absorvida pelo corpo. O excesso de repetições no solo duro (sem fosso de espuma) deve ser controlado.
No cavalo com alças (para os meninos), o desafio é a torção. O punho suporta o peso do corpo enquanto gira. Isso exige uma estabilidade ligamentar absurda. Se os estabilizadores do punho falham, a carga vai para a fibrocartilagem triangular, causando lesões no lado ulnar (lado do dedo mínimo) do punho.
Na trave, o risco é o trauma direto por queda ou erro de apoio, além da carga extrema em uma superfície muito dura e estreita. O posicionamento da mão precisa ser perfeito. Um milímetro fora do eixo e o punho torce lateralmente. A conscientização de onde a mão está no espaço (propriocepção) deve ser treinada exaustivamente fora do aparelho antes de ir para a trave alta.
Fortalecimento e Mobilidade Específicos
Agora entramos na minha área favorita: o preparo físico preventivo. Não adianta apenas alongar. O alongamento estático excessivo antes do treino pode até desestabilizar a articulação. Precisamos de um punho forte, inteligente e móvel na medida certa. O fortalecimento genérico de apertar bolinha não é suficiente para a demanda olímpica.
Além da Bolinha de Tênis: Fortalecimento Excêntrico
Os músculos flexores e extensores do punho funcionam como rédeas que controlam a articulação. O momento de maior lesão é quando o músculo está alongando sob tensão (fase excêntrica), como quando a mão toca o chão e o punho dobra para trás. Se o músculo não aguenta frear esse movimento, a articulação sofre.
Introduzimos exercícios excêntricos com pesos livres ou elásticos. Por exemplo: apoiar o antebraço na mesa, segurar um peso, ajudar com a outra mão para subir o peso e descer devagar, contando até 5, resistindo à gravidade. Fazemos isso tanto para flexão quanto para extensão. Isso fortalece o tendão e prepara o músculo para suportar cargas de tração elevadas.
Outro exercício fantástico é o “Rice Bucket” (balde de arroz). O atleta enfia a mão em um balde fundo cheio de arroz cru e realiza movimentos de abrir, fechar, girar e desviar a mão. A resistência do arroz é multidirecional e constante. Isso fortalece os pequenos músculos intrínsecos da mão e do antebraço de uma forma que nenhum halter consegue imitar.
Mobilidade Ativa vs. Alongamento Passivo
Pare de pedir para o seu atleta sentar em cima das mãos para alongar. Isso é agressivo e comprime as estruturas que já estão sofrendo. Prefira a mobilidade ativa. O atleta deve mover o punho em toda a amplitude usando a própria força muscular, e no final do movimento, aplicar uma leve sobrepressão controlada.
Trabalhamos muito a mobilidade com tração. O ginasta usa um elástico preso a um ponto fixo, laça o punho e deixa o elástico puxar levemente a articulação, criando espaço dentro da cápsula (decoaptação), enquanto movimenta a mão. Isso lubrifica a articulação e ganha amplitude sem esmagar as cartilagens.
A mobilidade de rotação (pronação e supinação) é frequentemente esquecida. O antebraço precisa girar livremente. Se os ossos do antebraço (rádio e ulna) estão “presos” um ao outro por tensão muscular, o punho não consegue se posicionar corretamente no solo. Massagem e liberação miofascial nos músculos pronadores e supinadores são essenciais para manter essa liberdade.
Estabilidade do Carpo e “Grip Strength”
O punho é formado por 8 ossinhos pequenos (carpos) que precisam se mover em sincronia, mas manter a estrutura. A estabilidade desses ossos depende da força de preensão (grip). Uma mão forte protege um punho instável. Estudos mostram que atletas com maior força de preensão têm menor incidência de lesões no punho.
Treinamos a força de “pinça” (dedos) e de “agarre” (mão cheia). Pendurar-se na barra fixa, subir na corda e segurar anilhas com a ponta dos dedos são ótimos. Mas o foco deve ser manter o punho neutro durante o esforço.
Também usamos exercícios de instabilidade, como fazer posição de flexão (prancha) apoiando as mãos sobre uma superfície instável (como um Bosu invertido ou disco de equilíbrio). O cérebro precisa recrutar todos os músculos ao redor do punho para manter a mão parada. Isso melhora a propriocepção e a resposta reflexa de proteção.
A Cadeia Cinética: O Punho é Vítima, Não Culpa
Esta é a parte que separa um tratamento medíocre de um tratamento de excelência. Muitas vezes, o punho é apenas a vítima que grita, mas o criminoso está escondido em outra parte do corpo. O corpo funciona em cadeias musculares e articulares. Se um elo trava, o outro trabalha dobrado.
Bloqueios de Ombro e a Sobrecarga Distal
Já mencionei brevemente, mas vamos aprofundar. A articulação do ombro deve ser a mais móvel do corpo. Se o peitoral menor está encurtado ou a cápsula posterior do ombro está rígida, o atleta não consegue alinhar os braços acima da cabeça corretamente.
Quando o atleta vai fazer um flic, se o ombro não abre totalmente, ele compensa “quebrando” mais o punho para conseguir colocar a mão no chão. Tratamos o punho liberando o ombro. Exercícios de mobilidade torácica e alongamento dinâmico de peitoral são, na verdade, exercícios de prevenção para o punho. Olhe para cima da dor. Se o ombro não funciona, o punho paga a conta.
Controle de Tronco (Core) e Dissipação de Energia
Imagine uma mola gigante. Se o centro da mola é fraco, as pontas sofrem. O “Core” (abdômen, lombar e glúteos) é o centro de dissipação de energia. Em uma aterrissagem, se o core está firme, ele absorve grande parte do impacto. Se o core é “mole”, a força de reação do solo viaja livremente pelas articulações periféricas, explodindo nos punhos, cotovelos e tornozelos.
Um ginasta com core fraco “desaba” nos aparelhos. Ele pesa mais. Um ginasta com core forte parece flutuar. Ele controla a descida. Incluir trabalho de estabilidade central não é só para estética ou performance acrobática, é para poupar as articulações das extremidades. O punho agradece cada abdominal bem feito.
A Conexão Cotovelo-Punho e a Pronação/Supinação
O cotovelo e o punho compartilham muitos músculos. Os músculos que dobram o punho nascem lá no cotovelo (epicôndilo medial). Se o cotovelo tem restrições, essa tensão viaja pelo antebraço até a mão.
Muitas vezes encontro ginastas com a cabeça do rádio (no cotovelo) rígida, o que impede o movimento de girar a palma da mão para cima e para baixo. Se o atleta não consegue girar o antebraço, ele força a rotação no punho ou no ombro. O fisioterapeuta deve avaliar e tratar todo o braço como uma unidade funcional única. Liberar a fáscia do antebraço e mobilizar o cotovelo alivia a tensão sobre o túnel do carpo e os tendões flexores.
Gestão de Carga e o “Treino Invisível”
Você pode ter a melhor técnica e o melhor fisioterapeuta, mas se a carga de treino for excessiva para a capacidade biológica do tecido, a lesão vai acontecer. O controle de carga é matemático e fisiológico. Precisamos gerenciar o volume de “pancadas” que esse punho leva por semana.
Periodização e o Volume de Impactos Semanais
Treinadores e pais precisam contar. Quantos flics esse atleta faz por dia? Quantas aterrissagens? Existe um limite seguro. Não podemos manter o volume máximo o ano todo. É necessário haver semanas de descarga deload, onde o foco é flexibilidade, dança ou preparação física sem impacto.
Durante o estirão de crescimento (puberdade), os ossos crescem mais rápido que os músculos e tendões, deixando o atleta temporariamente “apertado” e desajeitado. Nessa fase, a placa de crescimento está ultra sensível. É o momento de reduzir o número de repetições de impacto. Insistir em alto volume durante o estirão é a receita perfeita para a epifisite. Qualidade vale mais que quantidade aqui.
Nutrição e Hidratação na Saúde Articular e Óssea
O tendão e a cartilagem são feitos majoritariamente de água e colágeno. Um atleta desidratado tem tecidos mais rígidos e quebradiços. A fáscia perde o deslizamento. Jovens atletas muitas vezes esquecem de beber água durante o treino. Isso aumenta o risco de microlesões.
A nutrição também é base. Cálcio e Vitamina D são essenciais para a saúde da placa de crescimento. Proteína é necessária para reparar os microtraumas musculares. Infelizmente, na ginástica, existe uma pressão estética que às vezes leva a déficits nutricionais. Um corpo em déficit calórico não tem “tijolos” para consertar as paredes (ossos e tendões) que o treino derruba. A energia vai para manter os órgãos vitais, e as articulações ficam sem reparo.
O Sono e a Reparação Tecidual em Jovens
O hormônio do crescimento (GH) é liberado principalmente durante o sono profundo. É à noite que a “equipe de obras” do corpo entra em ação para cimentar as microfraturas e fortalecer os ligamentos. Um jovem atleta que dorme pouco ou mal não se recupera.
O sono é o melhor anabolizante natural e o melhor preventivo de lesões que existe. Se o atleta treina como profissional, precisa descansar como profissional. Estabelecer rotinas de sono sem telas (celular) antes de dormir ajuda a garantir que o sistema nervoso e o sistema musculoesquelético estejam “zerados” para o treino do dia seguinte.
Terapias Aplicadas e Indicadas
Para encerrar nossa conversa, se a dor já apareceu ou se queremos fazer uma manutenção preventiva de alto nível, o que a fisioterapia oferece?
A Terapia Manual é insubstituível. Usamos mobilizações articulares (Mulligan ou Maitland) para reposicionar sutilmente os ossos do carpo que podem estar subluxados ou rígidos. A liberação miofascial instrumental (com raspadores) ou manual nos flexores do antebraço reduz a tensão que puxa a epífise, aliviando a dor no crescimento.
O uso de Órteses e Bandagens (Taping) é muito comum. As “munhequeiras” rígidas (Tiger Paws) ajudam a limitar a hiperextensão, agindo como um freio mecânico externo. Elas são ótimas para treinar movimentos de alto impacto, mas não devem ser usadas 100% do tempo para não enfraquecer a musculatura. Já as bandagens funcionais (esparadrapo rígido ou Kinesio Tape) oferecem suporte proprioceptivo e limitam movimentos dolorosos específicos sem travar totalmente a mão.
Recursos regenerativos como a Fotobiomodulação (Laser e LED) ajudam a controlar a inflamação na placa de crescimento e aceleram a reparação tecidual. O Gelo (Crioterapia) ainda tem seu lugar para analgesia pós-treino agudo, mas o foco deve ser sempre na correção da causa, não apenas no alívio do sintoma.
Cuidar dos punhos desses pequenos gigantes é garantir que eles possam voar alto hoje e abraçar o mundo amanhã sem dor. Prevenção é o nome do jogo. Vamos nessa?

“Olá! Sou a Dra. Fernanda. Sempre acreditei que a fisioterapia é a arte de devolver sorrisos através do movimento. Minha trajetória na área da saúde começou com um propósito claro: oferecer um atendimento onde o paciente é ouvido e compreendido em sua totalidade, não apenas em sua dor física.
Graduada pela Unicamp e com especialização em Fisioterapia, dedico meus dias a estudar e aplicar técnicas que unam conforto e resultado. Entendo que cada corpo tem seu tempo e cada reabilitação é uma jornada única.
No meu consultório, você encontrará uma profissional apaixonada pelo que faz, pronta para segurar na sua mão e guiar seu caminho rumo a uma vida com mais qualidade e liberdade.”